quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Turistas chineses são os que mais gastam em Portugal

O turismo é cada vez mais o setor de atividade que apresenta maior dinâmica na economia em Portugal e, segundo a notícia seguinte, os chineses começam a ganhar relevância entre os turistas que chegam a Portugal, devido ao seu impressionante poder de compra.
 
Em média, os turistas chineses gastam 1.242 euros por cada compra em Portugal. Os números são avançados pela Global Blue, que revela que nos últimos nove meses do ano, foram os chineses que mais gastaram em Portugal, ficando à frente dos angolanos, brasileiros e russos, escreve o Diário de Notícias.
Turistas chineses são os que mais gastam em Portugal
 

Os turistas angolanos continuam a ser os detentores do maior volume de compras em Portugal, 54%, mas o trono pode ficar ameaçado pelos chineses. Segundo os dados da empresa financeira Global Blue, citados pelo Diário de Notícias, são os turistas vindos da China que mais dinheiros gastam em Portugal.
 
Só nos primeiros nove meses do ano, os chineses duplicaram em crescimento e valor, representando agora 14%. Em média, revela o jornal, estes turistas gastam 1.242 euros por cada compra, quase o dobro do valor despendido no ano passado.
 
Ao Diário de Notícias, o responsável pela empresa em Portugal, Pedro Furtuoso, revela que existem sérios indícios de que, “dentro de três anos, os chineses passarem a ser a segunda nacionalidade mais relevante, superando o Brasil, que tem atualmente um peso de 24% no bolo total”.

Este crescimento deve-se, em parte, ao gosto requintado dos turistas chineses, cuja preferência recai para joias, relógios e artigos de moda.

O estudo da Global Blue refere-se aos turistas considerados ‘tax fress’ – ou seja, que compram sem ter que pagar impostos – e àqueles que não pertencem à União Europeia e são conhecidos como globeshopper, isto é, viajantes que reservam 30% do seu orçamento só para compras.
 
Notícia adaptada de Notícias ao Minuto, 11 de Novembro de 2013

Seat inaugura a maior fábrica a energia solar

A notícia seguinte demonstra a aposta que os países da União Europeia continuam a fazer nas energias renováveis. Desta vez, a iniciativa partiu de uma empresa privada e saúda-se a iniciativa, até pelo significado do investimento.
 
O ministro do Interior, Jorge Fernández Díaz, e o presidente da Seat, Jürgen Stackmann, inauguraram a fábrica a energia solar que a empresa construiu nas suas instalações em Martorell (Barcelona), a maior com estas características na indústria automóvel, avança a Efe. 
Para as placas solares, num total de 53 mil unidades, foi necessário um investimento de 35 milhões de euros, foram colocadas nos telhados das oficinas e nas áreas de armazenamento provisório de veículos. No total, são 276 mil metros quadrados de superfície ocupada, o equivalente a quarenta campos de futebol.


Por seu turno, a Seat, esclarece que "após quatro anos de obras, temos uma fábrica que gera uma energia com a qual poderíamos carregar três milhões de telemóveis durante um ano". 


A empresa assegura ainda que a poupança ambiental da fábrica será de 7 mil toneladas de CO2, por ano, o equivalente a 8,5 vezes o dióxido de carbono que absorve anualmente o Central Park, em Nova Iorque.
 
Notícia adaptada do Jornal OJE, 12/11/2013

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Filipinas: Destruição depois do Haiyan

 
O Haiyan, considerado um dos piores tufões a atingir as Filipinas, deixou um rasto de destruição na sua passagem pelo arquipélago, como confirmou à euronews Clara Reyes, a presidente da Câmara Municipal de Córon, na província de Palawan.
 
Com uma população de 45 mil pessoas, 11 mil foram afetadas.
 
“Não temos eletricidade, nem água e as reservas de alimentos podem durar apenas seis dias. O problema é que o município não tem dinheiro para pagar o transporte de bens de socorro, estes são todos voos comerciais. Portanto, quando falamos de bens de socorro, claro que não há qualquer conotação humanitária”, queixa-se a autarca.
 
Córon situa-se na última ilha do arquipélago das Filipinas a ser atingida pelos ventos de 275 quilómetros por hora, antes do Haiyan se dirigir para o Vietname.
 
Clara Reyes narra que “quando o tufão chegou foi como se estivéssemos atrás de um jato comercial, que está pronto a descolar. Era isso que parecia… Durou três horas e houve uma pausa de talvez duas. Creio que estávamos no centro da tempestade, duas horas depois, começou de novo.”
 
A autarca informa que precisam “urgentemente, de alimentos básicos como arroz e água potável. Precisamos de medicamentos como antibióticos, remédios para tosse e febre, redes mosquiteiras, cobertores e roupas… Pois 85,5 por cento da nossa população perdeu a casa, incluindo os seus haveres. Para que possam reconstruir as suas vidas precisam, pelo menos, de ter roupas para vestir.”
 
 

São já dez mil o número de mortos causado pela passagem do tufão Haiyan pelo aquipélago das Filipinas.
 
A estimativa é do chefe da polícia regional da província de Leyte. A maioria dos mortos foi vítima de afogamento, deslizamento de terra e desmoronamento de casas e edifícios.
 
O super tufão, o mais violento de sempre na região, terá também arrasado entre 70% a 80% da cidade de Tacloban, no litoral leste do país pelo que se estima que o balanço final da catástrofe seja ainda mais negro.
 
Tacloban é uma região de destroços a céu aberto com milhares de desalojados estradas intransitáveis e cadáveres espalhados por todo o lado.
 
O Conselho para a Gestão e Redução de Desastres do país informou que cerca de quatro milhões de pessoas de 36 províncias das Filipinas foram afetadas pelo fenómeno, qualificado como super tufão, com ventos que superaram os 240 km/h.
 
O Haiyan é agora esperado no Vietname onde deve chegar segunda- feira e embora esteja prevista uma perda de intensidade, receia-se a sua força destruidora.
 
Em Hanoi a população ativa-se para proteger as suas casas e as autoridades vietnamitas evacuaram várias localidades que estarão na rota a tempestade, mais de 200 mil pessoas foram deslocadas.


Notícia adaptada da Euronews, Novembro de 2013

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

México já tem mais obesos que os EUA

O México roubou aos Estados Unidos o título de país com mais obesos no mundo.
De acordo com um estudo recente da ONU, cerca de 70% da população mexicana tem peso a mais ou sofre de obesidade.

“O principal motivo para isso é a deterioração de hábitos saudáveis​​. O alto consumo de refrigerantes. Somos o país com o maior consumo de refrigerantes no mundo, 163 litros por pessoa por ano. Obviamente, ele está relacionado a isso, mas também para o abandono da dieta tradicional e o consumo de junk food “.

Estudos recentes revelam que 32,8% da população adulta mexicana é obesa, ultrapassando por pouco os 31,8% dos Estados Unidos.

“Estamos num ponto de não retorno. Ou nós resolvemos ou perdemos o país através do colapso do sistema de saúde. O sistema de saúde não pode entrar em colapso sem o colapso do país. Podemos agora dizer que é um problema de segurança nacional. “

O México ultrapassa os Estados Unidos, segundo o relatório do departamento para a Alimentação e Agricultura da ONU, devido à ausência de tradições gastronómicas, à aceleração do ritmo da vida e à generalização da fast food.

 
Notícia Euronews, 12/ 07 / 2013

segunda-feira, 14 de outubro de 2013

Naufrágio Praias do Sul de Itália banhadas a dor
























 
Só nesta semana, já é o segundo acidente que envolve imigrantes ilegais que tentam chegar a Itália. Desta feita, mais de 100 somalis perderam a vida num naufrágio na ilha de Lampedusa, no Sul da Itália, havendo cerca de 250 desaparecidos, de acordo com a imprensa italiana.
 
Na passada segunda-feira, 13 imigrantes ilegais morreram por terem sido obrigados pelos traficantes a saltar da embarcação na qual viajavam, mesmo sem saber nadar e com o mar agitado, perto da praia do Pisciotto na cidade de Scicli, na província de Ragusa, na ilha de Sicília.
 
Esta quinta-feira, registou-se um novo acidente, quando naufragou uma embarcação que transportava 500 imigrantes africanos e que tinha como destino a ilha de Lampedusa, no Sul da Itália, provocando 130 mortos e cerca de 250 desaparecidos, de acordo com a imprensa italiana. Entre os mortos, estão também crianças, acrescentam os media daquele país. Outras 150 pessoas foram salvas.
É possível que estes números ainda venham a aumentar.
 
Notícias ao Minuto, 04 de Outubro de 2013

quarta-feira, 2 de outubro de 2013

Desde 1990 Mais de 1.500 morreram ao tentar chegar de barco à Austrália

Mais de 1.500 pessoas perderam a vida em alto mar desde 1990 ao tentarem chegar à costa australiana a bordo de pequenas embarcações controladas por máfias de traficantes de pessoas, indicam dados oficiais hoje publicados.

Mais de 1.500 morreram ao tentar chegar de barco à Austrália


Também no mesmo período, mais de 1.100 embarcações com cerca de 70.000 imigrantes indocumentados tentaram chegar à Austrália, dos quais 40 casos com um final trágico com o naufrágio do barco em que viajavam causando centenas de mortes, reporta o diário “Sydney Morning Herald”.

Em Outubro de 2001, 353 pessoas, entre as quais 146 crianças, perderam a vida quando o barco onde seguiam afundou, na maior tragédia ligada à tentativa de imigração ilegal para a Austrália.

O fluxo de embarcações carregadas de pessoas que procuram asilo político na Austrália tem sido condicionado não só pelas políticas de migração dos vários governos do país, mas também pelos governos em regiões como o Iraque ou dos talibãs no Afeganistão.

Abbott reuniu-se já esta semana com o Presidente indonésio Susilo Bambang Yudhoyono para abordar a questão que leva milhares de pessoas do Afeganistão, Bangladesh, Iraque, Irão e Sri Lanka a tentar a viagem em alto mar.

A maioria dos imigrantes indocumentados é detida e levada para centros de detenção em terceiros países onde são formulados os pedidos de asilo que, em alguns casos, demoram anos a serem concluídos.

Notícia adaptada da Agência Lusa, 02 de Outubro de 2013

terça-feira, 1 de outubro de 2013

ONU Uma em cada oito pessoas sofre de fome crónica

Uma em cada oito pessoas sofre de fome crónica no mundo, revela hoje a ONU, que reconhece uma melhoria nos últimos anos, mas pede esforços adicionais e imediatos para se alcançar o primeiro objetivo de desenvolvimento do Milénio.
Uma em cada oito pessoas sofre de fome crónica

Num relatório hoje divulgado, a ONU estima em 842 milhões de pessoas subnutridas no período entre 2011 e 2013, menos 26 milhões do que no período anterior (2010-2012).

A grande maioria das pessoas que sofrem de fome crónica, ou seja, que não têm alimentos suficientes para uma vida saudável e ativa, estão nos países em desenvolvimento, mas há 15,7 milhões a viver em países desenvolvidos.

No relatório "O Estado da Insegurança Alimentar no Mundo", três agências das Nações Unidas - o Programa Alimentar Mundial (PAM), a Organização para a Alimentação e a Agricultura (FAO) e o Fundo Internacional para o Desenvolvimento Agrícola (IFAD) - alertam que são necessários mais esforços para se alcançarem os objectivos de desenvolvimento do milénio.

Segundo o objectivo número um, que visa erradicar a pobreza extrema e a fome, o mundo comprometeu-se a reduzir para metade, entre 1990 e 2015, a proporção de pessoas que sofre de fome no mundo.

"A dois anos do prazo, 38 países alcançaram a meta", escrevem os líderes das três agências responsáveis pelo relatório, acrescentando: "Estes sucessos mostram que, com compromisso político, instituições eficazes, boas políticas, uma abordagem abrangente e níveis adequados de investimento, podemos vencer a luta contra a fome".

O número total de pessoas com fome crónica caiu 17% desde 1990–92. Se a taxa anual de declínio se mantiver até 2015, a prevalência da subnutrição poderá ficar perto daqueles objectivos, definidos pela ONU em 2000, mas alcançá-los "requererá esforços adicionais consideráveis e imediatos", escrevem os autores do documento.

Apesar dos progressos, o relatório alerta que há diferenças marcadas na redução da fome. A África Subsariana fez progressos modestos e continua a região com a mais alta prevalência de subnutrição, com uma em quatro pessoas (24,8%) a passar fome.

A Ásia ocidental não registou progressos, enquanto o sul da Ásia e o norte de África revelam progressos lentos. O leste e o sudeste asiático e a América latina foram as regiões com maiores progressos.

No sudeste asiático, a região com melhores resultados, o número de pessoas com fome diminuiu de 31,1% para 10,7% desde 1990.

Notícia da Agência Lusa, 01 de Outubro de 2013.

sexta-feira, 27 de setembro de 2013

População Mundial chegará aos 11 mil milhões em 2100 e um terço terá mais de 60 anos

A Índia será o pais mais populoso do mundo no fim deste século, estima a ONU. População da Europa diminui 14%.

A população mundial deverá crescer até aos 8100 milhões em 2025, daí para os 9600 milhões em 2050 e atingir quase 11 mil milhões de pessoas em 2100, segundo um relatório publicado nesta quinta-feira pela Organização das Nações Unidas (ONU).

Actualmente, a população do mundo é de 7200 milhões de indivíduos.
De acordo com o relatório, intitulado “Perspectivas demográficas mundiais”, daqui até 2100, a parcela de pessoas com mais de 60 anos deverá triplicar, dos actuais 841 milhões para 2000 milhões em 2050 e quase 3000 milhões em 2100.
O envelhecimento da população será mais marcado nos países em vias de desenvolvimento, por causa da baixa da taxa de fecundidade e da subida da esperança de vida, que deverá chegar aos 81 anos em 2095 (e 89 anos nos países desenvolvidos). A proporção de seniores nos países em desenvolvimento passará dos 9% do presente para 19% em 2050 e 27% em 2100 (contra 22% de crianças com menos de 15 anos).
O grupo de indivíduos com 80 anos e mais será sete vezes maior no fim do século – 830 milhões contra 120 milhões actualmente – e dois terços estarão em países em desenvolvimento.
Os números correspondem à revisão de 2012 das perspectivas demográficas, que actualizam os últimos dados publicados em 2010, e que apontavam para um crescimento global até aos 10 mil milhões de habitantes em 2100. A alteração, explicou o director de demografia do Departamento de Assuntos Económicos e Sociais da ONU, John Wilmoth, resulta do aumento da fecundidade na África subsaariana.
As estimativas baseiam-se num cenário médio, sublinhou. “O ritmo de quebra da fecundidade em muitos países africanos poderá revelar-se mais rápida ou mais lenta”, precisou.
Segundo o relatório, será a África a assegurar mais de metade do crescimento da população mundial, passando de 1100 milhões de habitantes para 2400 milhões em 2050 e 4200 milhões em 2100. A população no resto do mundo não deverá aumentar mais do que 10% entre 2013 e 2100.
A Europa verá a sua população diminuir em cerca de 14%. A quase totalidade dos países europeus não chegará sequer a renovar a sua população, passando da média de 1,5 filhos por cada mulher para 1,9 em 2100.
A Índia deverá ultrapassar a China como o país mais populoso do planeta por volta de 2028, com 1450 milhões de habitantes. Prevê-se que em 2100, a população na Índia alcance os 1500 milhões, enquanto na China serão 1100 milhões.
Notícia do Jornal "Público", AFP de 13/06/2013

terça-feira, 17 de setembro de 2013

Portugal continua a fraquejar no Desenvolvimento Humano – PNUD

Portugal desceu mais dois lugares no índice mundial de desenvolvimento humano, depois de ter recuado um lugar no ano passado, revela o Relatório de Desenvolvimento Humano, um documento anualmente produzido pelas Nações Unidas e que mantém a Noruega (0,955) como o país com pontuação mais elevada do mundo.

Portugal continua a fraquejar no Desenvolvimento Humano – PNUD

De acordo com o "Human Development Report" (HDR, Relatório de Desenvolvimento Humano 2013), divulgado nesta quinta-feira pelo Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Portugal desceu para o 43.º lugar, continuando no grupo de países de «muito alto desenvolvimento», obtendo uma classificação de 0,816 pontos, depois de se ter posicionado no 41.º posto do relatório de 2012, com 0,809. No relatório de 2011, o país ocupava o 40.º lugar entre as nações consideradas “mais desenvolvidas”.
Aliás, à luz dos dados do PNUD, Portugal tem vindo a perder força no aumento do índice de desenvolvimento, com a média anual a desacelerar de 0,93% na década de 1990, para 0,43 no período 2000 a 2010 e 0,35% no período medido entre 2000 e 2012.
Num dos quadros incluídos no relatório, indicando as variações nas posições obtidas pelos países (entre 2011 e 2012), Portugal é o que apresenta a maior variação negativa de todos países analisados (-3, para a 43.ª posição).


Segundo o HDR de 2013,  um estudo que abrange 187 países, Noruega (0,955), Austrália (0,938) e Estados Unidos da América (0,937) lideram o ranking, seguidos pela Holanda (0,921) e a Alemanha (0,920), considerados os melhores classificados no grupo de países de «desenvolvimento humano muito elevado». Em último lugar encontra-se o Níger (0,304).



O Índice de Desenvolvimento Humano é um índice composto que -com base em informação estatística disponível até ao ano precedente - mede o progresso em função de três dimensões básicas de Desenvolvimento Humano, tais como esperança de vida saudável, educação e rendimento que permita ter um padrão de vida decente.


Notícia adaptada do site Dinheiro Digital de 15/03/2013.

quarta-feira, 12 de junho de 2013

OIT denuncia 10,5 milhões de crianças próximas da escravatura

A Organização Internacional do Trabalho denunciou, esta terça-feira, a existência de 10,5 milhões de crianças usadas em trabalho doméstico, em condições de insegurança e até parecidas com a escravatura.

A realidade no terreno escapa aos esforços internacionais para parar esta exploração, disse o diretor do programa da OIT para eliminar o trabalho infantil, Constance Thomas, citado pela agência noticiosa AFP.A agência da Organização das Nações Unidas para o trabalho disse que cerca de três quartos destas crianças são raparigas e que 6,5 milhões destes trabalhadores domésticos têm entre cinco e 14 anos.

OIT denuncia 10,5 milhões de crianças próximas da escravatura

"A situação de muitas crianças trabalhadores domésticas constitui não apenas uma violação séria dos direitos das crianças, mas também um obstáculo a muitos dos objetivos de desenvolvimento nacionais e internacionais", acrescentou.

A situação mais preocupante é na África subsariana, em particular em países como Burkina Faso, Gana, Costa do Marfim e Mali, pormenorizou a organização.

Num relatório com 87 páginas, divulgado para assinalar o Dia Contra o Trabalho Infantil (esta quarta-feira, 12 de junho), também se destacam as situações nas famílias rurais no Paquistão e Nepal, que são por vezes obrigadas a enviar os seus filhos para trabalhos domésticos como forma de pagarem as dívidas.

No Haiti, centenas de milhares de crianças, incluindo as que escaparam aos desastres naturais, acabaram em situação de trabalho doméstico pouco melhor do que a escravatura.

Milhares de raparigas da Etiópia, adianta-se, são enviadas todos os anos para o Médio Oriente, para trabalhos domésticos.

Vulneráveis à violência física, psicológica e sexual e a condições de trabalho abusivas, acabam muitas vezes isoladas das suas famílias, escondidas do olhar público e muito dependentes dos seus empregadores.

Muitas vezes, acrescenta ainda a OIT, acabam forçadas a prostituírem-se.


Notícia do Jornal de Notícias em 12/06/2013

quarta-feira, 1 de maio de 2013

SISMO MAGNITUDE 5.9. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES



sismo2013-04-30 (IPMA)
No dia 30 de Abril de 2013, pelas 06:25 (hora local) ocorreu no Grupo Oriental dos Açores um sismo de magnitude 5.9 ML, com localização epicentral a cerca de 40km a sudeste da Povoação (S. Miguel). Este sismo foi sentido nas ilhas de S. Miguel, Santa Maria e Terceira. A ilha onde o impacto foi maior foi a de S. Miguel, tendo sido determinada uma intensidade máxima de V (Escala de Mercalli Modificada) em algumas das localidades da zona oriental. Nas duas outras ilhas referidas a intensidade máxima observada não ultrapassou o grau III e IV, respetivamente. No total há conhecimento do sismo ter sido sentido em pelo menos 41 freguesias das três ilhas mencionadas.
Réplicas:
Na sequência deste sismos ocorreram diversas réplicas de menor magnitude, tendo sido registadas 71 até às 15:00 locais. A réplica mais significativa atingiu a magnitude de 4,5 ML e foi sentida com intensidade máxima IV  na Povoação.
Motivos:
O sismo das 06:25 UTC é de origem tectónica, e de acordo com uma análise preliminar, resulta de uma falha normal na zona de interação entre as placas Euro-Asiática e Núbia, com orientação NW-SE.
O Instituto Português do Mar e Atmosfera, através do seu Centro Operacional nos Açores, continua a monitorizar o desenvolvimento da atividade sísmica. 
Notícia adaptada do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Resultados do sismógrafo:

Globalização e deslocalização industrial

Os grupos industriais portugueses também se envolvem no fenómeno de globalização da economia e participam no fenómeno da deslocalização industrial. Este facto já não é novidade para ninguém e, na atualidade, o grupo Salvador Caetano também pertence ao rol das empresas que se transformam em multinacionais, aproveitando mercados emergentes e mão-de-obra mais barata para a sua produção. Vejamos, então, a seguinte notícia que nos dá esse exemplo.


O grupo quer expandir-se internacionalmente, mas mantendo o centro de competências em Portugal.
Com a fábrica de autocarros para aeroportos na China quase a arrancar, o grupo português Salvador Caetano continua a acelerar a estratégia de internacionalização. Em estudo está a abertura de uma segunda fábrica de autocarros na América Latina. "Estamos a estudar a criação de uma fábrica na América Latina, pois acreditamos que existem boas perspectivas de crescimento nessa região", revela o presidente-executivo da Caetano Bus, Jorge Pinto, ao Diário Económico.


O responsável realça, no entanto, que o centro de competências do grupo continuará a ser em Portugal. "Vamos manter a nossa unidade portuguesa como o centro de competências das unidades industriais. Todo o ‘kown-how' continuará a ser desenvolvido em Portugal e depois exportado para as restantes fábricas", sublinha o presidente-executivo da Caetano Bus.

Notícia do Jornal "Económico" de 29/04/2013

sexta-feira, 12 de abril de 2013

Vacinação inédita contra pneumonia beneficia um milhão de crianças moçambicanas

 

O ministro moçambicano da Saúde, Alexandre Manguele, lançou esta quarta-feira uma inédita campanha de vacinação contra a pneumonia, doença respiratória que previne a meningite e que será administrada a um milhão de crianças menores de um ano, avança a agência Lusa.

As mais de 2,5 milhões de vacinas contra a pneumonia visam reduzir a mortalidade infantil em Moçambique, país onde apenas 22 por cento das crianças com suspeita de pneumonia recebem antibióticos adequados e a tempo, segundo o Inquérito de Indicadores Múltiplos de 2008.

Dados das Nações Unidas indicam que a pneumonia é uma das principais causas de mortalidade de crianças menores de cinco anos a nível mundial, responsável por 18 por cento dos cerca de sete milhões de mortes por ano, ou seja, 1,3 milhões de crianças por ano.

De acordo com o Fundo da ONU para a Infância, (UNICEF), no mundo morre uma criança de pneumonia a cada 25 segundos e cerca de 3400 por dia.

Falando no ato do lançamento da campanha, denominada PC10, o ministro da Saúde de Moçambique destacou a importância da primeira campanha levada a cabo a partir desta quarta-feira à escala nacional.

"A introdução desta vacina à escala nacional é um marco importante à saúde pública em Moçambique. Todos nós temos consciência de que graças à introdução de novas vacinas aumentou a sobrevivência infantil que é traduzida na redução da taxa de mortalidade em menores de cinco anos", disse Alexandre Manguele, apelando para "afluência" em massa da população moçambicana à iniciativa.

A vacina pneumocócica, que visa prevenir e reduzir a mortalidade causada por esta doença respiratória que afecta maioritariamente crianças, foi introduzida no âmbito de uma parceria entre o governo de Moçambique e a Aliança Global contra Imunização, que inclui a Organização Mundial da Saúde, o UNICEF e a sociedade civil moçambicana.

Com a introdução da vacina contra a pneumonia, Moçambique espera atingir um mínimo de 73 mortes por mil nados vivos, até 2015, data limite definida pela ONU para o alcance dos Objectivos do Desenvolvimento do Milénio da ONU.

Notícia adaptada do Rcm Pharma
11-04-2013

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

Carro de motor elétrico em Guimarães a partir do mês de Maio

Segundo uma notícia do Jornal de Notícias, publicada a 22 de Fevereiro de 2013, a aposta de introduzir veículos eléctricos a circular nas cidades portuguesas vai mesmo avançar. Neste domínio estamos a avançar devagar, mas são projectos como os de Guimarães que devem ser incentivados e clonados para outras cidades do nosso país. Segue-se, então, o que de mais relevante transmitia a notícia.

“ Uma empresa de Guimarães quer criar, antes do verão, uma rede de aluguer e revenda de carros elétricos. Para ajudar o ambiente e rentabilizar os 14 postos de abastecimento elétrico que ninguém usa.
Carro de motor elétrico invade Guimarães em maio
Modelo do carro elétrico projetado para Guimarães
… A ideia é que, até maio, turistas e habitantes possam alugar o "Little Four", pequeno carro elétrico, para passeios pelo "berço" ou deslocações para o trabalho. Estes são os veículos ideais para cidades como Guimarães. Quem garante é Paulo Janeiro, gerente da SMS Soluções de Mobilidade Sustentável, empresa de Fafe responsável pela montagem do veículo. "Não faz ruído e não é poluente. Para visitas turísticas e centro históricos são ideais, porque não incomodam nem deixam mau cheiro. Na questão do aluguer não têm de encher o depósito e usam-se como se fosse uma bicicleta - não se incomodam com o abastecimento. Está adaptado a este tipo de trajetos de uso em área local", explicou ao JN.

… Inicialmente, a proposta prevê a instalação do sistema de "carsharing" (em que o cliente paga o aluguer consoante o número de horas que usa) mas pode estender-se à modalidade de revenda ou aluguer por períodos alargados.

A Câmara manifestou "total abertura e disponibilidade para colaborar" com a empresa de forma a "fazer depender menos a economia dos combustíveis fósseis e ter redes alternativas energéticas mais amigas do ambiente e muito mais baratas", justificou Amadeu Portilha.

Guimarães foi uma das primeiras 25 cidades a aderir à Rede Nacional de Mobilidade Elétrica, com a primeira fase a prever a construção de 17 postos de abastecimento…”

Notícia adaptada do Jornal de Notícias de 17 de Fevereiro de 2013.

sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

EDP e Sonae usam telhados do Continente para dar luz a 40 mil casas

A EDP e a Sonae vão instalar 15.867 painéis solares fotovoltaicos em 46 coberturas de hipermercados Continente onde irão produzir energia suficiente que dá para abastecer 40 mil lares.
 
Neste projeto conjunto, acordado por 15 anos, a EDP será responsável pelo desenho, engenharia e instalação dos sistemas e ainda pelo investimento, que será de seis milhões de euros. Em contrapartida, a elétrica fica com a propriedade dos painéis solares durante os 15 anos, e nesse período venderá a energia à rede. Uma parte das receitas obtidas dessa venda de energia servirão para pagar à Sonae a renda cobrada pela utilização da cobertura do hipermercado.
 
Findos os 15 anos, a Soane passa a ser dona dos painéis solares e a usufruir das receitas da energia produzida na sua totalidade e, consequentemente, de poupanças na conta da luz.
 
Das 46 centrais, faltam instalar apenas seis, fazendo deste "o maior projeto solar fotovoltaico desenvolvido em Portugal e o 15º a nível europeu", disse o CEO da Sonae, Paulo Azevedo, na apresentação do projeto, hoje em Torres Vedras.
 
Com estas novas instalações feitas em parceria com a EDP, a Sonae passa a ter um total de 89 centrais fotovoltaicas instaladas nas suas lojas que produzirão, aproximadamente, 6,5 GWh por ano.
Para a EDP, este acordo vem reforçar a aposta da empresa na energia solar fotovoltaica que está incluída no plano estratégico como uma das prioridades até 2016. Neste momento, a EDP já tem "mais de mil sistemas solares fotovoltaicos instalados em residências e em empresas por todo o país", pode ler-se no comunicado enviado à imprensa.
Estas centrais de minigeração vão produzir 125 GWh de energia durante 25 anos, evitando assim a emissão de mais de 42 mil toneladas de CO2

Esta notícia publicada a 07/02/2013 na publicação online "Dinheiro vivo", demonstra o incremento da aposta da EDP na produção de energia elétrica a partir das energias renováveis, neste caso particular, de energia solar.

Esta situação demonstra, claramente, a aposta no setor das energias renováveis em Portugal e saúda-se a iniciativa.

quinta-feira, 7 de fevereiro de 2013

Energia Renovavel .Parte 6 de 6 .

A energia das marés e das ondas é uma potencialidade ainda muito pouco explorada a nível internacional, apesar de se considerar que a produção de energia elétrica em função da energia cinética das águas pode gerar cerca de 25% da energia elétrica consumida a nível mundial. Existem, já, em Portugal alguns projetos pioneiros, nomeadamente ao largo de Peniche.

Energias Renováveis Oceânicas em Portugal

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

Aquacultura, a solução para a pesca excessiva?

O presente vídeo levanta um conjunto de questões pertinentes acerca da aquacultura. Mas vamos, primeiramente, à definição desta atividade económica. Aquacultura ou aquicultura é a produção de peixes em viveiro, em águas salgadas (maricultura) ou em águas doces (piscicultura).

A aquacultura cresce a um ritmo muito acelerado. Desde 1970, que aumentou 9,2 %, em média, ao ano, segundo dados da Organização das Nações Unidas para a agricultura e alimentação (FAO), em 1970 a aquacultura era responsável por apenas 3,9% de todo o pescado produzido no mundo, mas em 2006 era já de 47%. Hoje em dia, estima-se que represente 50% do pescado consumido.

Poderíamos pensar que desta forma estamos a preservar os recursos piscatórios marinhos, mas afinal pode não ser bem assim. De acordo com o testemunho sobre um estudo de caso, no vídeo, para se produzir as rações que alimentam os peixes é necessário capturar duas vezes mais peixe do que aquele que é produzido em aquacultura.

Os peixes são alimentados à base de farinha de peixe e cereais.

Assim, cria-se uma situação de sobrepesca, causada pela produção de farinhas para aquacultura. Dada a gravidade da situação, não existe outra opção que não seja a procura de alternativas na alimentação do pescado produzido, recorrendo-se a plantas como a soja ou plantas marinhas, como as macroalgas, que começam a ser implantadas e podem tornar-se na solução para o problema.

Vejamos o vídeo.




É urgente acabar com a sobrepesca

O vídeo disponível neste post dá-nos uma noção da intensa depredação atual dos mares e oceanos, por força da pesca industrial, do aumento das capturas em consequência do aumento do consumo, duma cada vez maior população mundial. Este assunto obriga-nos a refletir sobre a 'velha' questão do necessário equilíbrio entre população e recursos ou desenvolvimento sustentável do planeta.

Através de ilustrações muito elucidativas, este vídeo, demonstra os efeitos nefastos, quer das modernas técnicas de pesca, quer da tão proclamada aquacultura, como salvadora da biodiversidade marinha. Senão atentemos nos seguintes indicadores avançados por investigadores:

  • Nos últimos 60 anos as reservas de peixe de maior dimensão diminuíram 90%;
  • Prevê-se o colapso (ao ritmos do consumo atual) para todos os tipos de espécies de peixe nos próximos 50 anos;
  • As maiores redes da técnica de arrasto possuem diâmetros na ordem dos 23 000 m2, o que é equivalente a 4 campos de futebol e capturam, de cada vez, mais de 500 toneladas de peixe;
  • Para se criar 1 kg. de Salmão, em regime de aquacultura, é necessário, em média, 5 kg. de peixe selvagem.


Certamente que estes indicadores darão que pensar e para motivar para a visualização do vídeo.





quarta-feira, 23 de janeiro de 2013

Energia Renovável . Parte 1 de 6 - Energia solar

A energia solar, proveniente do sol, é inesgotável e pode transformar-se em energia elétrica a partir de painéis fotovoltaicos.
Porém, a energia solar serve, igualmente, para aquecimento direto de edifícios, desde que devidamente orientados para rentabilizar os raios solares, reduzindo, assim, a fatura da eletricidade com equipamentos elétricos de aquecimento, como o ar condicionado, ventiladores ou convetores.
A energia solar pode, também, ser utilizada para aquecimento de águas de piscinas, habitações e sistemas de climatização de interiores de edifícios, transformando-se em energia térmica.
O vídeo, abaixo incorporado, apresenta algumas das vantagens das energias renováveis e não poluentes. Neste vídeo é abordado, como caso particular, a energia solar e a sua transformação em energia elétrica.
O vídeo apresenta o caso particular da empresa FedEx, que utiliza a energia solar como fonte energética utilizada nas suas instalações, demonstrando os benefícios do seu investimento.






Energia Renovável . Parte 2 de 6 - Energia solar.

Continuação...


Energia Renovável . Parte 3 de 6 - Energia Eólica .

O vídeo que se segue fala-nos sobre a energia eólica. Trata-se de mais uma das fontes de energia limpas e inesgotáveis que existem no nosso planeta. Neste caso, são os aerogeradores que transformam a força do vento em energia elétrica. Para ver e aprender.
 


Energia Renovável . Parte 4 de 6 - Energia Geotérmica.

A energia Geotérmica provém do interior da Terra em locais onde exista atividade vulcânica, sísmica ou magmática. A partir da energia Geotérmica pode produzir-se energia elétrica, porque o vapor  aciona turbinas que irão gerar eletricidade. Porém, o calor do interior da Terra também pode, igualmente, servir para produzir aquecimento de edifícios, por exemplo. A água quente, proveniente do subsolo, pode, ainda, ser utilizada diretamente nos domicílios, evitando desperdício energético, para aquecer as águas.
 
O vídeo que se segue apresenta uma reportagem muito interessante sobre o aproveitamento da energia Geotérmica num dos países mais ricos neste recurso natural - a Islândia.
 
Em Portugal, existe, também, algum aproveitamento geotérmico, numa escala muito diferente da finlandesa, nomeadamente nos Açores, por se tratar de um arquipélago de caraterísticas vulcânicas. Existem mesmo algumas centrais Geotérmicas, como em S. Miguel, nomeadamente as centrais Geotérmicas de Ribeira Grande e do Pico Vermelho.




Energia Renovável . Parte 5 de 6 - Energias alternativas para automóveis .

Perante o fim anunciado do petróleo, a menos que se descubram novas reservas, e a bem do meio ambiente, as principais marcas de automóveis procuram alternativas à gasolina ou gasóleo. Este vídeo demonstra algumas das possibilidades de energias alternativas utilizadas para mover os automóveis, desde a energia elétrica, o etanol e o biodisel. Explora, ainda, que muito ligeiramente a possibilidade da utilização do hidrogénio.


terça-feira, 22 de janeiro de 2013

Recursos Minerais

Este vídeo demonstra, de forma clara, a classificação de alguns dos minerais existentes no subsolo, a sua importância e utilização no quotidiano. Aborda, também, de forma sintética os problemas associados à exploração do subsolo.
A atividade económica que explora os recursos do subsolo designa-se de indústria extrativa.

sexta-feira, 18 de janeiro de 2013

A agricultura em Portugal - reportagem da SIC

Para ver uma excelente reportagem da SIC sobre a atual situação da agricultura em Portugal, onde se demonstra claramente a nossa dependência alimentar.


Cultivo de hidroponia

Este vídeo demonstra uma das mais modernas formas de cultivo - a hidroponia. Este sistema de cultivo é elabora em modernas estufas e utiliza a água e nutrientes como único meio de alimentação das plantas. Trata-se de uma produção intensiva de produtos hortícolas frescos, em curtos períodos de tempo, permitindo, assim, abastecer os mercados de forma regular e massiva.


A modernização das máquinas agrícolas



Este vídeo demonstra o poderío das novas máquinas agrícolas e a sua eficácia. Hoje, com cerca de 7 biliões de habitantes no planeta, a plantação de culturas e a criação de gado intensiva é fundamental para alimentar tanta gente. Porém, o vídeo também é elucidativo no que respeita à crescente diminuição da mão-de-obra agrícola, sendo o setor de atividade que menos pessoas emprega nos países desenvolvidos.

quinta-feira, 17 de janeiro de 2013

Evolução da Agricultura e a distribuição de alimentos



O vídeo apresenta a evolução da agricultura e a desigual distribuição de alimentos no mundo. Apesar das imagens não serem as melhores, o vídeo demonstra algumas das técnicas modernas e a ganância do capitalismo, que impede que os alimentos produzidos possam ser distribuídos de forma a evitar a fome nos países em desenvolvimento.