terça-feira, 26 de abril de 2016

Produção de um avião da Boeing - a teoria da segmentação da produção

A figura seguinte representa a produção de um avião comercial da Boeing. Trata-se de uma empresa sediada nos EUA, mas que recede componentes dos mais diversos países do mundo.

A imagem comprova que, atualmente, os processos de produção se tornaram internacionalmente mais segmentados, ou seja, as empresas situadas em diferentes paíse participam na produção de uma mesma mercadoria final, mas em diferentes fases da cadeia produtiva.

A segmentação da produção é realizada nas indústrias em que os processos de produção podem ser separados em operações independentes, fornecendo diferentes componentes a um produto final.

A segmentação internacional dos processos de produção deve-se à procura da minimização dos custos, ou seja, produzir onde seja mais barato.



Observa agora a imagem que comprova, perfeitamente, a teoria da segmentação da produção.





sexta-feira, 22 de abril de 2016

168 países comprometem-se hoje a proteger o Planeta. O que vai mudar?

Fotografia: Nick Oxford / Reuters
Fotografia: Nick Oxford / Reuters

Acordo de Paris foi alcançado em dezembro de 2015 como parte de um compromisso à escala global para combater as alterações climáticas. É assinado hoje A seguir 1 168 países comprometem-se hoje a proteger o Planeta. O que vai mudar? 2 Acordo de Paris pode acelerar inovação em prol das pessoas e do ambiente 3 Costa: "Esta consolidação será sem corte de salários" 4 Panama Papers. Fundo Soberano de Angola nega transações ilegais 5 CDS quer levar Programa de Estabilidade a votos Mais vistas CARREIRAS 20 maneiras fáceis de ganhar dinheiro FÉRIAS A escolha dos viajantes. Top 10 ilhas FOTOGALERIA Estes são os 13 super alimentos. Palavra da viciada na liquidificadora PRODUTIVIDADE 15 segredos das pessoas mais produtivas Sexta-feira, 22 de abril de 2016. Pelas 9h50, hora de Nova Iorque, os líderes de mais de 160 países estarão reunidos na sede da Organização das Nações Unidas (ONU) para protagonizar um momento histórico, naquele que é, não por acaso, o Dia da Terra. O Acordo de Paris, alcançado em dezembro do ano passado como parte de um compromisso à escala global para combater as alterações climáticas, será assinado pelos representantes de 168 países, Portugal incluído (representado pelo ministro do Ambiente, João Matos Fernandes). Nunca tantos membros da ONU estiveram de acordo em simultâneo, salienta a própria organização. Afinal, o que está em causa? 

Os objetivos “É um acordo extremamente importante, que não traça metas mas que define o processo de como é que vamos procurar limitar o aumento da temperatura a 1,5 graus celsius” começa por explicar ao Dinheiro Vivo Francisco Ferreira, antigo presidente da Quercus e atual presidente da associação ZERO. É, sobretudo, “um sinal político importante”, desde logo porque, para já, conta com o apoio dos Estados Unidos, que nunca chegaram a ratificar o protocolo de Quioto. Depois, porque este foi um acordo conseguido “de baixo para cima”, isto é, cada país definiu os seus objetivos. “Desse ponto de vista, é uma metodologia diferente e uma forma de comprometimento também diferente”, considera Francisco Ferreira. 

Resumindo, há dois grandes objetivos em causa. O primeiro é o tal limite do aumento de temperatura. Considerando que, a serem respeitados os compromissos atualmente em vigor, a temperatura média vai aumentar 2,7 graus celsius nos próximos anos, esta começa, desde logo, por ser uma meta ambiciosa. 

O segundo é atingir um balanço neutro de emissões de gases de efeito de estufa, na segunda metade deste século. “Isso significa passarmos a ter um sistema económico que é baseado, principalmente, nas energias renováveis, que tem de ser muito mais eficiente, em que temos de ir buscar impostos não às vendas de gasolina e gasóleo e em que há uma filosofia fiscal bastante diferente”, diz Francisco Ferreira. As medidas As medidas a serem implementadas serão diferentes em cada país. Em Portugal, aponta Francisco Ferreira, é preciso aumentar a utilização de energias renováveis, principalmente a solar, bem como fazer uma transição para os veículos elétricos e para o uso de transportes públicos, seja para o transporte de passageiros ou de mercadorias. 

Fotografia: Orlando Almeida/Global Imagens
Fotografia: Orlando Almeida / Global Imagens

“As metas atualmente traçadas para Portugal são para reduzir as emissões em 30% a 40% as emissões, até 2030. Temos de ir muito mais longe. Temos de ter 100% de eletricidade renovável na década de 2030”, diz o ambientalista. E isso é exequível? Não só é, como já está a ser feito noutros países. 

“A Suécia, por exemplo, quer atingir este balanço neutro de emissões em 2045 e já o aprovou no Parlamento. A Holanda já teve uma primeira discussão na Câmara Baixa do Parlamento para que só sejam vendidos veículos elétricos em 2025”, aponta. Além da redução (ou mitigação) das emissões de gases com efeito de estufa, o Acordo de Paris prevê encontrar formas de retirar dióxido de carbono da atmosfera. Isso pode ser feito através da reflorestação, por exemplo. 

A poupança e uso eficiente de energia, bem como a aposta nas energias renováveis, são outras das medidas. À escala mundial, reconhece Francisco Ferreira, há países com um contexto diferente. “Vai ser preciso fazer um investimento maior, para deixar o carvão e apostar nas renováveis, em países como a China”, exemplifica. O impacto económico Há, desde logo, “uma oportunidade fundamental de inovação e de estímulo às empresas que forem mais eficientes, no sentido de se tornarem também mais competitivas”, acredita o presidente da ZERO. “Uma empresa que recorra a energias renováveis é uma empresa que vai ver reduzidos os seus custos, que tem de fazer alguns investimentos mas que obtém retorno a médio prazo”, refere. 

Sofia Santos, secretária-geral do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, acrescenta que uma economia verde traz várias vantagens: “é capaz de gerar emprego e riqueza, promover a competitividade das empresas através da produção de bens e serviços com menor impacte ambiental”, diz a responsável. Os próximos passos O objetivo é que o Acordo de Paris entre em vigor em 2020. Contudo, só se vai concretizar quando for ratificado por 55 Estados responsáveis por, pelo menos, 55% das emissões de gases com efeito de estufa. A partir de 2020, começam também a ser distribuídos 100 mil milhões de dólares (cerca de 91 mil milhões de euros) para ajudar os países em desenvolvimento a fomentar as energias limpas. Deverá ser definido um novo montante em 2025.

Sofia Santos, secretária-geral do BCSD Portugal – Conselho Empresarial para o Desenvolvimento Sustentável, acrescenta que uma economia verde traz várias vantagens: “é capaz de gerar emprego e riqueza, promover a competitividade das empresas através da produção de bens e serviços com menor impacte ambiental”, diz a responsável. Os próximos passos O objetivo é que o Acordo de Paris entre em vigor em 2020. Contudo, só se vai concretizar quando for ratificado por 55 Estados responsáveis por, pelo menos, 55% das emissões de gases com efeito de estufa. A partir de 2020, começam também a ser distribuídos 100 mil milhões de dólares (cerca de 91 mil milhões de euros) para ajudar os países em desenvolvimento a fomentar as energias limpas. Deverá ser definido um novo montante em 2025. 

Notícia do Dinheiro Vivo, Rafaela Burd Relvas, 22-04-2106


segunda-feira, 4 de abril de 2016

Portugal, 1975 e agora: Nº de idosos por 100 jovens

Qual será a proporção atual entre o número de jovens e idosos.

Portugal, 1975 e agora: Idosos com mais de 65 anos

Estará a população portuguesa a envelhecer?

Portugal, 1975 e agora: Jovens com menos de 15 anos

Há cada vez mais ou menos jovens em Portugal?

Portugal, 1975 e agora: Divórcios

E os divórcios? Apresentarão uma tendência para uma diminuição ou para um crescimento?

Portugal, 1975 e agora: Casamentos

Como estarão as relações entre casais, ou seja, casam mais ou cada vez menos os jovens casais portugueses.

Portugal, 1975 e agora: Saldo Natural

Será, atualmente, o saldo natural da população positivo? Ou ter-se-á tornado negativo?

Portugal, 1975 e agora: Esperança de vida à nascença

Teremos hoje uma esperança média de vida em ascensão?

Portugal, 1975 e agora: Taxa de mortalidade infantil

Como será o panorama da taxa de mortalidade infantil em Portugal?


Portugal, 1975 e Agora: Óbitos

Como estará a evoluir a taxa de mortalidade em portugal?

Portugal, 1975 e agora: Pensões

O número de pensionistas estará a aumentar?

Portugal, 1975 e agora: População com ensino superior

Será que a instrução dos porugueses tem aumentado?


O mundo em dados estatísticos - Hans Rosling

Apresentação em Português de um vasto conjunto de indicadores estatísticos sobre o mundo. Um retrato fantástico feito por Hans Rosling. Assista que vale a pena!


OVERPOPULATED - BBC Documentary

O vídeo seguinte apresenta um documentário extraordinário sobre o crescimento populacional e as consequências que lhe estão associadas. Tratar-se-á de uma dramatização ou desdramatização do fenómeno? Assista com atenção, pois vale a pena.

Pirâmides demográficas: forma poderosa de prever o futuro — Kim Preshoff

O vídeo seguinte demonstra a importância das pirâmides etárias na representação da estrutura etária de uma população, ao mesmo tempo que demonstra diferentes dinâmicas de evolução da população entre alguns países do mundo.



Portugal, 1975 e agora: Idade média da mulher ao nascimento do 1º filho

Será que as mulheres tem tendência para ter filhos em idades mais jovens?

Portugal, 1975 e agora: Índice Sintético de Fecundidade

Com estará a evoluir o Índice Sintético de Fecundidade em Portugal?

Portugal, 1975 e agora: Nascimentos

Como tem evoluído a taxa de natalidade em Portugal?


Portugal, 1975 e agora: População

Terá, ou não, aumentado a população em Portugal?

Nós Portugueses_Emigrantes



Será Portugal um país de emigrantes ou de imigrantes?

Nós Portugueses_Importações e exportações




Como se comportará a nossa balança comercial? Quais serão os nossos principais parceiros comerciais?

Nós Portugueses _ PIB


Como se encontra a economia portuguesa? Como tem evoluído o PIB?


Nós Portugueses_Empresas_Onde trabalhamos


Como se encontra distribuída a população ativa portuguesa. Quais serão as empresas mais empregadoras?

Nós Portugueses_Dinamismo empresarial


Como se encontrará a dinâmica da economia portuguesa? E como se repartirá essa dinâmica por setores de atividade?

domingo, 3 de abril de 2016

Trazer escala à Agricultura Biológica

A agricultura biológica deixou de ser uma hipótese ou alternativa à agricultura moderna. Hoje, a agricultura biológica não se circunscreve apenas à pequena produção, mas também já produz para grandes mercados, recorrendo a técnicas e conhecimentos avançados.

Em Portugal existem, já, exemplos desta realidade, podendo assumir-se como um negócio virado para um mercado em expansão e garantir ao setor agrícola em Portugal um implulso que é premente.

Observa o vídeo seguinte que serve como um bom exemplo.


A agricultura do futuro...... Japão 2020

A agricultura moderna ou dita industrial é uma agricultura cada vez mais científica. Os sistemas de produção recorrem a laboratórios de investigação de solos e plantas, selecionam-se a altera-se geneticamente as sementes e até já se cultiva sem solo, o que dado à enorme pressão da agricultura sobre os solos pode ser uma alternativa ambientalmente correta.

O vídeo seguinte, porém, mostra a evolução tecnológica da prática agrícola num projeto em estudo no Japão, em que a agricultura mais se assemelha à produção de uma unidade industrial. Para ver e refletir.


Compacto de máquinas agrícolas industriais

Uma das caraterísticas da agricultura moderna reside na introdução de maquinaria cada vez mais avançada, o que implica, essencialmente, duas consequências: a diminuição drástica da mão de obra agrícola e o incremento da produção em larga escala para abastecer os mercados internacionais.

Observa o vídeo e constata a modernização e mecanização das tarefas agrícolas.