segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Duas décadas de confronto na RD Congo fizeram quatro milhões de órfãos


Mais de quatro milhões de crianças perderam pelo menos um dos pais na República Democrática do Congo nas últimas duas décadas, vítimas de um ciclo continuado de violência, escreve hoje a agência Associated Press (AP). Mais de 26 milhões de órfãos vivem no África Ocidental e Central, onde a República Democrática do Congo está situada -- o segundo maior número no mundo, a seguir ao Sul da Ásia, de acordo com as Nações Unidas. Essas crianças cresceram no seio de confrontos alimentados por conflitos étnicos e pela luta por recursos minerais valiosos.

Notícia CM ao minuto, 28-11-2016

Por Lusa|04:59

domingo, 27 de novembro de 2016

Doc: Sandy: Um Rastro de Destruição (Dublado) National Geographic

Conheça as histórias relacionadas com a tempestade mais forte de que se tem notícia e que assolou Nova Iorque. Veja como uma estranha combinação de fenómenos naturais conduziu experiências que alteraram a vida daqueles que sofreram a sua fúria e presenciaram o levantamento de árvores, veículos arrastados pela água e bairros inteiros em chamas. Analisamos cientificamente este enorme choque de sistemas meteorológicos mostrando o que acontece quando um furacão tropical se encontra com uma frente fria sobre a região mais densamente povoada dos Estados Unidos. Será só o começo de um pesadelo que a população mundial enfrentará em função de mudanças climáticas?





 

Furacões | National Geographic

Breve documentário produzido pela National Geographic sobre a formação de um furacão. 




quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Milhares de pessoas retiradas na Costa Rica e na Nicarágua devido a furacão

Países em alerta máximo com furacão Otto.
 
Milhares de pessoas foram retiradas na quarta-feira das zonas da Costa Rica e da Nicarágua que devem ser atingidas hoje pelo Otto, tempestade tropical que voltou a ganhar força de furacão na quarta-feira.

Pelo menos 3.600 pessoas foram retiradas na zona costeira da Costa Rica, país que declarou o estado de emergência nacional devido à aproximação iminente do Otto.

"Este fenómeno vai afetar seriamente uma boa parte do território nacional. O Governo decretará [o estado de] emergência nacional", disse o Presidente da Costa Rica, Luis Guillermo Solís.
Foto Reuters
 
Entretanto, as autoridades da Nicarágua começaram a retirar mais de 10 mil pessoas das zonas do Caribe sul do país.

Ambos os países mantêm o alerta máximo e suspenderam as aulas para o resto da semana. Além disso, na Costa Rica foi decretado o encerramento dos departamentos governamentais hoje e na sexta-feira, à exceção daqueles que prestam serviços de emergência como hospitais ou polícia.

O Otto aproxima-se da Costa Rica e da Nicarágua com ventos sustentados de 120 quilómetros por hora, segundo o mais recente boletim do Centro Nacional de Furacões dos Estados Unidos, publicado às 19:00 (meia-noite em Lisboa).
 
As previsões indicam que o Otto deve alcançar hoje as costas caribenhas da Costa Rica e da Nicarágua, regressando a terra, onde atravessará depois a zona fronteiriça entre os dois países, deixando-a entre sexta e sábado.

"A situação é bastante crítica, já chove torrencialmente", afirmou o chefe de Estado costa-riquenho, insistindo para que os cidadãos não 'baixem a guarda'.

"Isto não é um aguaceiro ou um temporal como aqueles a que estamos habituados. Isto pode ter sérias consequências se não for ouvido o apelo das autoridades", enfatizou.

Se, como previsto, o Otto tocar terra na Costa Rica, este furacão tornar-se-á no primeiro a atravessar o país.

As chuvas associadas ao Otto começaram no passado fim de semana e causaram estragos na Costa Rica e na Nicarágua, danificando dezenas de casas, bem como no Panamá, onde se registaram pelo menos três mortos, de acordo com fontes oficiais.

Na atual temporada de furacões no Atlântico, que começou a 01 de junho e termina no próximo dia 30, formaram-se 15 tempestades tropicais, das quais sete se converteram em furacões: Alex, Earl, Gaston, Hermine, Matthew, Nicole e Otto.
 
Notícia de CMJornal, 24-11-2016

Presidente chinês promete apoiar comércio livre na Ásia Pacífico

O Presidente chinês, Xi Jinping, comprometeu-se hoje a reforçar o livre comércio na Ásia Pacífico, depois de o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado que vai abandonar o Acordo de Associação Transpacífico (TPP).

Xi, que realiza uma visita de Estado ao Chile, prometeu "impulsionar a construção de uma área de livre comércio na Ásia Pacífico e uma economia mundial aberta".

Trump anunciou no início da semana que vai retirar os EUA do TPP no seu primeiro dia na Casa Branca
.

Foto Reuters
Na sua última paragem, num périplo de uma semana pela América Latina, Xi disse que acordou com a sua homóloga chilena, Michelle Bachelet, trabalhar numa "total relação estratégica".

Ambos concordaram reforçar o acordo de livre comércio já estabelecido entre os dois países e assinaram 12 acordos de cooperação.

"Para prosseguir com o desenvolvimentos dos laços a longo termo, decidimos elevar as nossas relações bilaterais para uma relação estratégica e abrir uma nova página nos laços entre a China e o Chile", afirmou Xi em conferência de imprensa.
O Chile é o maior produtor de cobre do mundo e o segundo maior produtor de salmão.

A China é o principal parceiro comercial do país e destino de 25% das exportações chilenas no ano passado.

Esta semana, Xi assinou ainda 18 novos acordos com o Peru.
 
Notícia CMJornal, 24-11-2016.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Líderes do fórum económico Ásia-Pacífico comprometem-se a combater proteccionismo

Os dirigentes dos 21 países do Fórum para a Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC) comprometeram-se "a combater qualquer forma de proteccionismo", segundo a declaração do final do encontro que terminou este domingo,em Lima, Peru.

Líderes do fórum económico Ásia-Pacífico comprometem-se a combater proteccionismo

Reuters


Os membros do fórum rejeitam políticas económicas protecionistas num contexto de, como descrito na declaração final, "uma lenta e desigual recuperação da crise financeira de 2008".

A declaração indica que os membros vão "resistir a todas as formas de proteccionismo", incluindo a manipulação de moedas e de taxas de câmbio.

Neste documento, os líderes das 21 nações do APEC referem que vão continuar a trabalhar para um acordo de livre comércio que inclua todos estes países.

No entanto, estas perspectivas para um novo pacto económico foram ensombradas pelo cepticismo do Presidente norte-americano eleito, Donald Trump, em relação ao livre comércio, bem como pelo voto dos britânicos para a saída da União Europeia, aprovada pelos britânicos em referendo já em Junho.

Os membros do APEC comprometeram-se ainda a aderir às metas definidas no ano passado em Paris para as alterações climáticas.

Criado em 1989, o APEC é um fórum composto por 21 países da Ásia e do Pacífico que promove o comércio livre na região, com o objectivo de criar mais prosperidade para os povos através de um crescimento equilibrado, inclusivo, sustentável e inovador.

Entre os países que integram este fórum estão a Austrália, o Canadá, o Chile, a China, o Japão, a Malásia, o México, a Rússia, Singapura, a Tailândia e os Estados Unidos da América.

No seu conjunto, os países da zona Ásia-Pacífico, que são os que mais beneficiaram da globalização, representam 60% do comércio mundial e 40% da população global.

Lusa21 de Novembro de 2016 às 00:09

domingo, 20 de novembro de 2016

Vídeo junto à ação de um tornado

Este vídeo apresenta o comportamento de um tornado de grandes dimensões. A filmagem foi realizada muito próximo da sua ação