segunda-feira, 26 de Maio de 2014

Minha Terra 8

Aqui está mais uma publicação feita por mim, com muita dedicação e empenho, em prol do gosto pela nossa Geografia.

Mouse com almofadaPara quem quiser ficar a conhecer os materiais abaixo discriminados basta clicar na imagem (capa) e aceder ao manual digital.


No Manual Digital poderá encontrar diversos materiais:

. Planificações (anual e por subdomínio)
. Correção das Fichas de Trabalho
. Fichas do Caderno de Atividades
. Soluções das Fichas do Caderno de Atividades
. Fichas de Avaliação Sumativa (diferenciadas
– inclui fichas de Avaliação para alunos com NEE)
. Soluções das Fichas de Avaliação Sumativa
. Vídeos
. Fichas de exploração dos vídeos
. Correção das fichas de exploração dos vídeos
. Animações multimédia
. Guião da exploração das animações multimédia
. Apresentações em PowerPoint
. Guião de exploração das apresentações em PowerPoint
. Jogos interativos
Sites
. Metas Curriculares (documento oficial)
. Programa da Disciplina
. Outros Documentos de Apoio



segunda-feira, 12 de Maio de 2014

Quase 60% da electricidade consumida em 2013 foi de origem renovável

Mouse com almofadaPara veres mais dados sobre a produção de energia em Portugal, clica na imagem abaixo.




Portugal bateu recordes em 2013 no que toca à energia renovável: 58,3% da energia eléctrica consumida no ano passado foi produzida por fontes renováveis, o que representa um aumento de 20% em relação ao ano anterior. Esta variação permitiu diminuir a electricidade importada em 2,8 vezes, segundo a Quercus.

A associação ambientalista, que cita os dados mais recentes da produção de electricidade em Portugal Continental publicados pela Redes Energéticas Nacionais (REN), nota que, considerando apenas a produção nacional, a contribuição das renováveis chegou ao “valor recorde” de 61,7% da electricidade consumida.

A diferença entre os valores de 2012 e de 2013 está relacionada com a meteorologia: 2012 foi um ano muito seco, 58% abaixo da média, segundo a Quercus. Em contrapartida, 2013 foi “relativamente húmido”, 17% acima da média. Por isso, a produção de electricidade renovável da grande hídrica, com recurso às barragens, mais do que duplicou no ano passado.

Também o vento soprou mais forte em 2013, levando a um aumento de quase 20% na produção de electricidade a partir desta fonte. “Na fotovoltaica, o aumento da capacidade instalada permitiu um aumento de 25% em relação a 2012, apesar de ainda não ter atingido 1% do consumo, o que revela um enorme potencial de crescimento”, nota a Quercus, num comunicado assinado também pela Associação Portuguesa de Energias Renováveis (Apren).

António Sá da Costa, presidente da direcção da Apren, também citado no comunicado, salienta que, além da diminuição das importações de combustíveis fósseis e de emissão de gases com efeitos de estufa, o reforço do peso das renováveis na electricidade consumida “possibilitou estabilizar o preço deste bem, o que também é positivo para ajudar Portugal a sair da crise”.

Segundo as duas associações, a aposta nas renováveis permitiu poupar cerca de 850 milhões de euros em 2013: 806 milhões de euros na importação de combustíveis fósseis (gás natural e carvão) e 40 milhões de euros em licenças de emissão de dióxido de carbono (CO2).

Entre 2012 e 2013 verificou-se uma redução nas emissões de CO2 na ordem das 2,3 milhões de toneladas, refere a nota. Deste total, um milhão de toneladas deve-se à redução do recurso às centrais a carvão.

Notícia adaptada do Jornal "O Público".

sexta-feira, 9 de Maio de 2014

Dos rios aos oceanos passando pela Reserva do Estuário do Tejo

Este vídeo representa um trabalho realizado no âmbito do clube "Amigos da Natureza" da Escola de Álvaro Velho, no Barreiro, e procura sensibilizar os alunos e todos os que possam observar este vídeo para a importância de preservar as salinas do Samouco e a reserva natural do Tejo, dada a sua importância para a biodiversidade.



terça-feira, 1 de Abril de 2014

Documento da ONU alerta para riscos da mudança climática

Um novo relatório do painel de cientistas das Nações Unidas, divulgado esta segunda-feira, alerta para os impactos das alterações climáticas a nível mundial, nomeadamente ao nível da segurança alimentar. Os cientistas consideram que o mundo está mal preparado para lidar com um clima em mudança, que já está a afectar diferentes sectores.


Observa o vídeo que sintetiza as principais conclusões deste novo relatório. Para tal, basta clicares na hiperligação.


Mouse com almofadaClica na imagem para veres o vídeo



ONU alerta para mais secas, inundações e incêndios florestais na Europa

O Painel Intergovernamental da ONU sobre Alterações Climáticas (IPCC) alertou hoje para um maior risco de secas, inundações e incêndios florestais na Europa devido aos efeitos das mudanças climáticas tanto a curto como a médio prazo.
Reuters

Esta conclusão consta do relatório apresentado hoje em Yokohama (Japão), elaborado por cerca de 500 cientistas/peritos e representantes políticos, em que se analisa o conhecimento atual das mudanças climáticas e o seu impacto no Homem e na natureza em diferentes pontos do mundo. 

Trata-se de "um dos mais completos relatórios científicos da História", afirmou o secretário da Organização Meteorológica Mundial (OMM), Michel Jarraud, durante a apresentação do documento, em conferência de imprensa.

"Já que não há nenhuma dúvida de que o clima está a mudar", apontou, sublinhando que "95% destas mudanças se ficam a dever à ação humana". 

O relatório apresentado hoje pelo IPCC - criado pelo Programa das Nações Unidas para o Ambiente e pela OMM - analisa os efeitos das alterações climáticas atualmente e a médio (entre 2030 e 2040) e a longo prazo (2080-2100), tendo em conta um aquecimento global de entre 2 e 4 graus centígrados, baseado em projeções atuais. 

No caso da Europa, as mudanças climáticas vão provocar um aumento das restrições de água devido à "significativa redução da extração dos rios e aquíferos subterrâneos" combinada com a subida da procura para irrigação, energia, indústria e uso doméstico, refere o documento, citado pelas agências internacionais. 

Este processo intensificar-se-á, em determinadas áreas do continente, devido a uma maior perda de água através do seu processo natural de evaporação, particularmente no sul da Europa", detalha o documento. 

Outro risco assinalado para a Europa prende-se com o aumento das vagas de calor, as quais são passíveis de ter um impacto negativo na saúde e no bem-estar públicos, na produtividade laboral, na produção agrícola e na qualidade do ar, bem como elevar o risco de incêndios florestais "no sul da Europa e na região boreal da Rússia". 

No relatório, o IPCC alerta, além disso, para a maior probabilidade de inundações nas zonas costeiras devido à crescente urbanização, ao aumento do nível do mar e à erosão da costa. 

A fim de atenuar estes riscos, o IPCC insta os líderes políticos a tomarem medidas para reforçar os sistemas de vigilância, advertindo para "eventos climáticos extremos", bem como a melhorarem a gestão de recursos hídricos e as políticas para promover a poupança de água ou para combater os fogos florestais. 

O presidente do IPCC, Rajendra Pachauri, sublinhou, em particular, a necessidade de se reduzirem as emissões de gases com efeito estufa, um fator "do qual dependerá aquilo que acontecer em muitas partes do mundo nos próximos anos".

Lusa

quarta-feira, 13 de Novembro de 2013

Turistas chineses são os que mais gastam em Portugal

O turismo é cada vez mais o setor de atividade que apresenta maior dinâmica na economia em Portugal e, segundo a notícia seguinte, os chineses começam a ganhar relevância entre os turistas que chegam a Portugal, devido ao seu impressionante poder de compra.
 
Em média, os turistas chineses gastam 1.242 euros por cada compra em Portugal. Os números são avançados pela Global Blue, que revela que nos últimos nove meses do ano, foram os chineses que mais gastaram em Portugal, ficando à frente dos angolanos, brasileiros e russos, escreve o Diário de Notícias.
Turistas chineses são os que mais gastam em Portugal
 

Os turistas angolanos continuam a ser os detentores do maior volume de compras em Portugal, 54%, mas o trono pode ficar ameaçado pelos chineses. Segundo os dados da empresa financeira Global Blue, citados pelo Diário de Notícias, são os turistas vindos da China que mais dinheiros gastam em Portugal.
 
Só nos primeiros nove meses do ano, os chineses duplicaram em crescimento e valor, representando agora 14%. Em média, revela o jornal, estes turistas gastam 1.242 euros por cada compra, quase o dobro do valor despendido no ano passado.
 
Ao Diário de Notícias, o responsável pela empresa em Portugal, Pedro Furtuoso, revela que existem sérios indícios de que, “dentro de três anos, os chineses passarem a ser a segunda nacionalidade mais relevante, superando o Brasil, que tem atualmente um peso de 24% no bolo total”.

Este crescimento deve-se, em parte, ao gosto requintado dos turistas chineses, cuja preferência recai para joias, relógios e artigos de moda.

O estudo da Global Blue refere-se aos turistas considerados ‘tax fress’ – ou seja, que compram sem ter que pagar impostos – e àqueles que não pertencem à União Europeia e são conhecidos como globeshopper, isto é, viajantes que reservam 30% do seu orçamento só para compras.
 
Notícia adaptada de Notícias ao Minuto, 11 de Novembro de 2013

Seat inaugura a maior fábrica a energia solar

A notícia seguinte demonstra a aposta que os países da União Europeia continuam a fazer nas energias renováveis. Desta vez, a iniciativa partiu de uma empresa privada e saúda-se a iniciativa, até pelo significado do investimento.
 
O ministro do Interior, Jorge Fernández Díaz, e o presidente da Seat, Jürgen Stackmann, inauguraram a fábrica a energia solar que a empresa construiu nas suas instalações em Martorell (Barcelona), a maior com estas características na indústria automóvel, avança a Efe. 
Para as placas solares, num total de 53 mil unidades, foi necessário um investimento de 35 milhões de euros, foram colocadas nos telhados das oficinas e nas áreas de armazenamento provisório de veículos. No total, são 276 mil metros quadrados de superfície ocupada, o equivalente a quarenta campos de futebol.


Por seu turno, a Seat, esclarece que "após quatro anos de obras, temos uma fábrica que gera uma energia com a qual poderíamos carregar três milhões de telemóveis durante um ano". 


A empresa assegura ainda que a poupança ambiental da fábrica será de 7 mil toneladas de CO2, por ano, o equivalente a 8,5 vezes o dióxido de carbono que absorve anualmente o Central Park, em Nova Iorque.
 
Notícia adaptada do Jornal OJE, 12/11/2013