quarta-feira, 13 de novembro de 2013

Turistas chineses são os que mais gastam em Portugal

O turismo é cada vez mais o setor de atividade que apresenta maior dinâmica na economia em Portugal e, segundo a notícia seguinte, os chineses começam a ganhar relevância entre os turistas que chegam a Portugal, devido ao seu impressionante poder de compra.
 
Em média, os turistas chineses gastam 1.242 euros por cada compra em Portugal. Os números são avançados pela Global Blue, que revela que nos últimos nove meses do ano, foram os chineses que mais gastaram em Portugal, ficando à frente dos angolanos, brasileiros e russos, escreve o Diário de Notícias.
Turistas chineses são os que mais gastam em Portugal
 

Os turistas angolanos continuam a ser os detentores do maior volume de compras em Portugal, 54%, mas o trono pode ficar ameaçado pelos chineses. Segundo os dados da empresa financeira Global Blue, citados pelo Diário de Notícias, são os turistas vindos da China que mais dinheiros gastam em Portugal.
 
Só nos primeiros nove meses do ano, os chineses duplicaram em crescimento e valor, representando agora 14%. Em média, revela o jornal, estes turistas gastam 1.242 euros por cada compra, quase o dobro do valor despendido no ano passado.
 
Ao Diário de Notícias, o responsável pela empresa em Portugal, Pedro Furtuoso, revela que existem sérios indícios de que, “dentro de três anos, os chineses passarem a ser a segunda nacionalidade mais relevante, superando o Brasil, que tem atualmente um peso de 24% no bolo total”.

Este crescimento deve-se, em parte, ao gosto requintado dos turistas chineses, cuja preferência recai para joias, relógios e artigos de moda.

O estudo da Global Blue refere-se aos turistas considerados ‘tax fress’ – ou seja, que compram sem ter que pagar impostos – e àqueles que não pertencem à União Europeia e são conhecidos como globeshopper, isto é, viajantes que reservam 30% do seu orçamento só para compras.
 
Notícia adaptada de Notícias ao Minuto, 11 de Novembro de 2013

Seat inaugura a maior fábrica a energia solar

A notícia seguinte demonstra a aposta que os países da União Europeia continuam a fazer nas energias renováveis. Desta vez, a iniciativa partiu de uma empresa privada e saúda-se a iniciativa, até pelo significado do investimento.
 
O ministro do Interior, Jorge Fernández Díaz, e o presidente da Seat, Jürgen Stackmann, inauguraram a fábrica a energia solar que a empresa construiu nas suas instalações em Martorell (Barcelona), a maior com estas características na indústria automóvel, avança a Efe. 
Para as placas solares, num total de 53 mil unidades, foi necessário um investimento de 35 milhões de euros, foram colocadas nos telhados das oficinas e nas áreas de armazenamento provisório de veículos. No total, são 276 mil metros quadrados de superfície ocupada, o equivalente a quarenta campos de futebol.


Por seu turno, a Seat, esclarece que "após quatro anos de obras, temos uma fábrica que gera uma energia com a qual poderíamos carregar três milhões de telemóveis durante um ano". 


A empresa assegura ainda que a poupança ambiental da fábrica será de 7 mil toneladas de CO2, por ano, o equivalente a 8,5 vezes o dióxido de carbono que absorve anualmente o Central Park, em Nova Iorque.
 
Notícia adaptada do Jornal OJE, 12/11/2013

terça-feira, 12 de novembro de 2013

Filipinas: Destruição depois do Haiyan

 
O Haiyan, considerado um dos piores tufões a atingir as Filipinas, deixou um rasto de destruição na sua passagem pelo arquipélago, como confirmou à euronews Clara Reyes, a presidente da Câmara Municipal de Córon, na província de Palawan.
 
Com uma população de 45 mil pessoas, 11 mil foram afetadas.
 
“Não temos eletricidade, nem água e as reservas de alimentos podem durar apenas seis dias. O problema é que o município não tem dinheiro para pagar o transporte de bens de socorro, estes são todos voos comerciais. Portanto, quando falamos de bens de socorro, claro que não há qualquer conotação humanitária”, queixa-se a autarca.
 
Córon situa-se na última ilha do arquipélago das Filipinas a ser atingida pelos ventos de 275 quilómetros por hora, antes do Haiyan se dirigir para o Vietname.
 
Clara Reyes narra que “quando o tufão chegou foi como se estivéssemos atrás de um jato comercial, que está pronto a descolar. Era isso que parecia… Durou três horas e houve uma pausa de talvez duas. Creio que estávamos no centro da tempestade, duas horas depois, começou de novo.”
 
A autarca informa que precisam “urgentemente, de alimentos básicos como arroz e água potável. Precisamos de medicamentos como antibióticos, remédios para tosse e febre, redes mosquiteiras, cobertores e roupas… Pois 85,5 por cento da nossa população perdeu a casa, incluindo os seus haveres. Para que possam reconstruir as suas vidas precisam, pelo menos, de ter roupas para vestir.”
 
 

São já dez mil o número de mortos causado pela passagem do tufão Haiyan pelo aquipélago das Filipinas.
 
A estimativa é do chefe da polícia regional da província de Leyte. A maioria dos mortos foi vítima de afogamento, deslizamento de terra e desmoronamento de casas e edifícios.
 
O super tufão, o mais violento de sempre na região, terá também arrasado entre 70% a 80% da cidade de Tacloban, no litoral leste do país pelo que se estima que o balanço final da catástrofe seja ainda mais negro.
 
Tacloban é uma região de destroços a céu aberto com milhares de desalojados estradas intransitáveis e cadáveres espalhados por todo o lado.
 
O Conselho para a Gestão e Redução de Desastres do país informou que cerca de quatro milhões de pessoas de 36 províncias das Filipinas foram afetadas pelo fenómeno, qualificado como super tufão, com ventos que superaram os 240 km/h.
 
O Haiyan é agora esperado no Vietname onde deve chegar segunda- feira e embora esteja prevista uma perda de intensidade, receia-se a sua força destruidora.
 
Em Hanoi a população ativa-se para proteger as suas casas e as autoridades vietnamitas evacuaram várias localidades que estarão na rota a tempestade, mais de 200 mil pessoas foram deslocadas.


Notícia adaptada da Euronews, Novembro de 2013

sexta-feira, 1 de novembro de 2013

México já tem mais obesos que os EUA

O México roubou aos Estados Unidos o título de país com mais obesos no mundo.
De acordo com um estudo recente da ONU, cerca de 70% da população mexicana tem peso a mais ou sofre de obesidade.

“O principal motivo para isso é a deterioração de hábitos saudáveis​​. O alto consumo de refrigerantes. Somos o país com o maior consumo de refrigerantes no mundo, 163 litros por pessoa por ano. Obviamente, ele está relacionado a isso, mas também para o abandono da dieta tradicional e o consumo de junk food “.

Estudos recentes revelam que 32,8% da população adulta mexicana é obesa, ultrapassando por pouco os 31,8% dos Estados Unidos.

“Estamos num ponto de não retorno. Ou nós resolvemos ou perdemos o país através do colapso do sistema de saúde. O sistema de saúde não pode entrar em colapso sem o colapso do país. Podemos agora dizer que é um problema de segurança nacional. “

O México ultrapassa os Estados Unidos, segundo o relatório do departamento para a Alimentação e Agricultura da ONU, devido à ausência de tradições gastronómicas, à aceleração do ritmo da vida e à generalização da fast food.

 
Notícia Euronews, 12/ 07 / 2013