quarta-feira, 1 de maio de 2013

SISMO MAGNITUDE 5.9. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES



sismo2013-04-30 (IPMA)
No dia 30 de Abril de 2013, pelas 06:25 (hora local) ocorreu no Grupo Oriental dos Açores um sismo de magnitude 5.9 ML, com localização epicentral a cerca de 40km a sudeste da Povoação (S. Miguel). Este sismo foi sentido nas ilhas de S. Miguel, Santa Maria e Terceira. A ilha onde o impacto foi maior foi a de S. Miguel, tendo sido determinada uma intensidade máxima de V (Escala de Mercalli Modificada) em algumas das localidades da zona oriental. Nas duas outras ilhas referidas a intensidade máxima observada não ultrapassou o grau III e IV, respetivamente. No total há conhecimento do sismo ter sido sentido em pelo menos 41 freguesias das três ilhas mencionadas.
Réplicas:
Na sequência deste sismos ocorreram diversas réplicas de menor magnitude, tendo sido registadas 71 até às 15:00 locais. A réplica mais significativa atingiu a magnitude de 4,5 ML e foi sentida com intensidade máxima IV  na Povoação.
Motivos:
O sismo das 06:25 UTC é de origem tectónica, e de acordo com uma análise preliminar, resulta de uma falha normal na zona de interação entre as placas Euro-Asiática e Núbia, com orientação NW-SE.
O Instituto Português do Mar e Atmosfera, através do seu Centro Operacional nos Açores, continua a monitorizar o desenvolvimento da atividade sísmica. 
Notícia adaptada do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.

Resultados do sismógrafo:

Globalização e deslocalização industrial

Os grupos industriais portugueses também se envolvem no fenómeno de globalização da economia e participam no fenómeno da deslocalização industrial. Este facto já não é novidade para ninguém e, na atualidade, o grupo Salvador Caetano também pertence ao rol das empresas que se transformam em multinacionais, aproveitando mercados emergentes e mão-de-obra mais barata para a sua produção. Vejamos, então, a seguinte notícia que nos dá esse exemplo.


O grupo quer expandir-se internacionalmente, mas mantendo o centro de competências em Portugal.
Com a fábrica de autocarros para aeroportos na China quase a arrancar, o grupo português Salvador Caetano continua a acelerar a estratégia de internacionalização. Em estudo está a abertura de uma segunda fábrica de autocarros na América Latina. "Estamos a estudar a criação de uma fábrica na América Latina, pois acreditamos que existem boas perspectivas de crescimento nessa região", revela o presidente-executivo da Caetano Bus, Jorge Pinto, ao Diário Económico.


O responsável realça, no entanto, que o centro de competências do grupo continuará a ser em Portugal. "Vamos manter a nossa unidade portuguesa como o centro de competências das unidades industriais. Todo o ‘kown-how' continuará a ser desenvolvido em Portugal e depois exportado para as restantes fábricas", sublinha o presidente-executivo da Caetano Bus.

Notícia do Jornal "Económico" de 29/04/2013