quarta-feira, 11 de março de 2009

PROMESSAS DE QUIOTO ADIADAS

No protocolo de Quioto ficaram definidas as metas de redução das emisões de CO2. O problema é que essas metas estão longe de se cumprirem!
Segundo as Nações Unidas a nossa vizinha Espanha apresenta uma diferença face às metas definidas na ordem dos 34,5%, aparecendo como o país mais incumpridor. Com valores acima dos 20% encontram-se o Luxemburgo, a Áustria, o Canadá, a Nova Zelândia e a Dinamarca.
Da lista dos dezassete países mais incumpridores a nível mundial (com acordo assinado em Quioto) 14 são europeus.
Entre estes, Portugal, apresenta uma diferença face às metas cumpridas de 10,6%.
É caso para perguntar, se com estes incumprimentos, os objectivos da redução de CO2 poderão ser um dia uma realidade. Não cumprindo, o aquecimento global do planeta continuará a ser uma realidade, originando o contínuo degelo dos glaciares, a consequente subída do nível médio das águas do mar, as alterações climáticas que se vão manifestando em catástrofes naturais sucessivas e incontroláveis.
Que futuro?

A NECESSIDADE DA REDUÇÃO DRÁSTICA DAS EMISSÕES DE CO2

Decorrem em Poznan, na Polónia, as negociações internacionais para a era pós-Protocolo de Quioto, a partir de 2012, que não se antevêem fáceis.
Porém, surge uma nova esperança, Obama, o novo presidente norte-americano, garantiu uma atitude responsável nas questões climáticas, prometendo reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) ao nível das de 1990 até 2020 e uma diminuição adicional de 80% até 2050.
É uma promessa que que o planeta agradece, mas o mais difícil será cumprir. Oxalá que sim.
Pelo contrário, a Europa dos 27 ainda não encontraram as soluções para a redução de 20% das emissões de CO2 até 2020.
A proposta de Bruxelas é a de colocar em leilão as licenças de emissão de CO2 até 2020.
Todas estas questões terão que ser definidas até à cimeira decisiva de Copenhaga, a realizar em Dezembro de 2009.
Devo relembrar que em Bali, em Dezembro de 2007, se concluiu que havia uma necessidade iminente: a redução drástica das emissões de CO2.
Se a problemática da poluição atmosférica é deveras complicada de resolver no mundo desenvolvido, não devemos esquecer que os países em desenvolvimento na sua fase de instrialização, aliás perfeitamente justificada no seu processo de desenvolvimento e afirmação internacional, alarga substanciamente esse problema. Como regular as emissões de CO2, por exemplo, da China e da Índia, sedentos de produção industrial?
Teremos de esperar até Dezembro do corrente ano para encontar algumas respostas, enquanto isso as alterações climáticas progridem...

segunda-feira, 9 de março de 2009

CONTRASTES DE DESENVOLVIMENTO

Os contrastes de desenvolvimento no mundo são uma realidade incontornável. Este artigo, escrito na Visão de 6 de Novembro de 2008, que apresento a seguir, demonstra a extrema riqueza de um ex-líder de um país cujos habitantes vivem na miséria.
..."23 milhões de euros, preço do iate do antigo líder iraquiano, Saddam Hussein, à venda em Nice, no sul de França. O Qadisiyah Saddam, adquirido pelo ditador em 1981, tem 82 metros e está equipado com vidros à prova de bala, torneiras em ouro, uma placa para helicópteros e uma passagem secreta para um mini-submarino".
Espantoso não é?

quarta-feira, 4 de março de 2009

CONSCIÊNCIA ECOLÓGICA

A empresa alemã da Bayer vai investir até 2010 €1.000 milhões na protecção do ambiente. Esse investimento visa a redução das emissões de dióxido de carbono (CO2). De destacar que a Bayer já havia reduzido entre 1990 e 2007 em 37% os gases de efeito de estufa, que são os que mais contribuem para as alterações climáticas do nosso planeta. É com este tipo de exemplos que se dão importantes passos para a necessária sustentabilidade ambiental.