quinta-feira, 11 de outubro de 2012

A subnutrição no mundo: avanços e recuos


 

A FAO (Organização das Nações Unidas para a agricultura e alimentação) divulgou dia 9 do corrente mês o relatório sobre a subnutrição no mundo, trazendo algumas boas notícias sobre a matéria, visto que o índice de subnutrição baixou de 18,6% para 12,5% da população mundial.  De qualquer das formas ainda existem 870 milhões de pessoas em todo o mundo que passam fome. Mas, como não poderia deixar de ser, ainda existe um fosso muito grande entre os países desenvolvidos e os países em desenvolvimento. Nos primeiros a taxa é de 14,9%, enquanto nas nações menos desenvolvidas a taxa é de 23,2%.
A pior das notícias é que a fome alastrou-se no continente africano, passando de 175 milhões (em 1990-92) para 239 milhões de pessoas. O facto não residiu na degradação das condições de vida, visto que, em termos percentuais, até se verificou uma descida efetiva: de 27,3% para 22,9%. O problema reside no aumento da população residente, por força do elevado crescimento populacional.


Notoriamente ainda há muito para fazer neste domínio.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Envelhecimento demográfico

O envelhecimento demográfico é uma realidade nos países desenvolvidos do continente europeu, da América do Norte e da Oceânia, fruto de uma taxa de natalidade muito baixa, incapaz de renovar, na maioria dos países, as gerações. Assim, e face à cada vez maior longevidade do ser humano e às baixas taxas de natalidade, as ditas sociedades modernas estão a ficar cada vez mais envelhecidas.

Porém, apesar da queda da natalidade nos países em desenvolvimento, a população mundial continua a crescer a um ritmo alucinante, pelo menos até 2050, pelo facto de nos países em desenvolvimento ainda se verificarem elevadas taxas de natalidade.

Assim, enquanto nos países mais pobres do mundo persistem estruturas muito jovens, nos países mais ricos, sobretudo do hemisfério norte, a diminuição do número de crianças é assustadora e com consequências muito nefastas para essas economias.

Entre outras podem ser referidas as seguintes causas para a diminuição da natalidade nos países desenvolvidos:

  • Casamentos em idades cada vez mais tardias;
  • Fragilidade de relacionamentos entre casais (subida vertiginosa do número de divórcios);
  • A aposta da mulher na sua formação académica ou profissional;
  • A carreira profissional enquanto prioridade de projeto de vida;
  • O aumento das despesas com os filhos (saúde, educação, alimentação e lazer);
  • A elevada taxa de utilização de métodos contracetivos e planeamento familiar;
  • A preocupação com a qualidade de vida individual e dos seus descendentes.
Por todos estes motivos, ou outros que se possam evocar, o envelhecimento demográfico em Portugal, na Europa e no Mundo atingem números assustadores como podemos observar pelo excelente vídeo abaixo disponível. A não perder.


Envelhecimento populacional em Portugal

O envelhecimento populacional é uma caraterística das sociedades modernas. A grande maioria dos países desenvolvidos debate-se com o problema do envelhecimento populacional e Portugal não foge à regra. Se, por um lado, o aumento da esperança média de vida é uma grande conquista da ciência atual, por outro, as baixas taxas de natalidade agudizam o problema do envelhecimento populacional.

Na reportagem da RTP, que abaixo se segue, são avançados indicadores que demonstram claramente esta situação.



Resultados preliminares dos Censos de 2011

Neste post fica, em registo de vídeo, os resultados preliminares globais dos Censos de 2011.


sexta-feira, 28 de setembro de 2012

De minorias a maiorias - Etnias nos E.U.A.


É caso para dizer que as minorias já não são o que eram...
 
Nos EUA a multiculturalidade é um fenómeno em clara ascensão. Se repararmos no gráfico do Center for American Progress é fácil constatarmos as grandes diferenças operadas entre as minorias étnicas desde o ano de 2000 para a previsão do ano 2050. De facto, as minorias étnicas do país tornar-se-ão, segundo as previsões, em maiorias, pois hispânicos, negros e asiáticos vão predominar no país.
 
A este facto não são alheios os movimentos migratórios e a capacidade atrativa que os E.U.A. continuam a exercer mundialmente, sobretudo para os asiáticos. Porém, esta não será a única explicação. A elevada taxa de natalidade entre os hispânicos e as famílias negras estará na origem do crescimento destas comunidades.
 
O caso dos EUA é, assim, um bom exemplo  no que respeita às atuais dinâmicas populacionais dos países mais desenvolvidos que enfrentam graves problemas na renovação de gerações, pois as famílias da sociedade atual têm tendência a ter cada vez menos filhos.
 
Nestes casos é imperativo que haja abertura de mentalidades e espírito de aceitação entre todos, caso contrário podem tornar-se sociedades xenófobas, potenciadoras de conflitos sociais.


minorias eua

terça-feira, 25 de setembro de 2012

Crescimento da população mundial versus recursos do planeta. Será que há equilíbrio?



Uma das grandes preocupações da atualidade prende-se com a necessária redução da população mundial. De facto, população e recursos estão a entrar em rota de colisão, porque à medida que a primeira aumenta os recursos diminuem. Conseguirá o planeta Terra resistir ao aumento desenfreado da população mundial? O vídeo, que se reproduz abaixo, problematiza esta questão e demonstra o quão é importante o controlo da taxa de natalidade nos países em desenvolvimento.


O crescimento da população mundial é um dos maiores problemas da atualidade, pois põe em causa o equilíbrio entre população e recursos. O vídeo da National Geographic, que pode aceder abaixo, apresenta alguns números preocupantes acerca desta realidade.



segunda-feira, 7 de maio de 2012

Maioria dos turistas que visitou Portugal quer voltar nos próximos 3 anos

Numa altura de crise económica, o Turismo continua a ser uma das maiores alternativas da criação de riqueza no país. Apesar de ser um setor económico que atravessa dificuldades, como qualquer outro, devido à diminuição do poder de compra, surgem indicadores muito interessantes e promissores para o turismo português.

A notícia que se segue é adaptada da agência Lusa e possui muitos dados estatísticos animadores para o setor. Porém, deve destacar-se que os turistas apontam como aspetos negativos os custos de vida e os serviços de saúde em Portugal. Valem as paisagens, o clima, os monumentos/museus e a gastronomia…

A maioria dos turistas que visitou Portugal ficou muito satisfeito com as suas férias e afirma querer voltar nos próximos três anos, segundo um estudo divulgado pelo Turismo de Portugal.
De acordo com o Estudo de Satisfação dos Turistas, realizado em março deste ano pela GfK Metris para o Turismo de Portugal, a maioria dos inquiridos mostrou-se "muito satisfeita" com as suas férias em Portugal (88 por cento) e afirmou pretender voltar nos próximos três anos (87 por cento).

O estudo envolveu 600 entrevistas, feitas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.
Entre os turistas inquiridos, 40 por cento afirmou que a viagem a Portugal ficou "acima das suas expetativas".

As paisagens, as praias, os monumentos/museus e a gastronomia são destacados, pela positiva, pelos turistas, enquanto os serviços de saúde e o custo de vida registaram índices de satisfação inferiores a 50 por cento.

As regiões mais visitadas pelos turistas são Lisboa e Porto. A capital portuguesa é mais procurada por espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses preferem o Porto.

Durante a estadia, a maioria dos turistas (78 por cento) afirma preferir alojamentos mais qualificados (hotel/apart-hotel/pousada), onde fica, em média, seis noites.

Entre os inquiridos, os espanhóis são os que ficaram menos noites (4,1 noites) e os brasileiros (8,8 noites).
Na maioria, os turistas ficam hospedados na mesma localidade (82 por cento). Lisboa tende a ser mais visitada pelos turistas que foram ficando hospedados em localidades diferentes (18 por cento), com destaque para os turistas brasileiros.

Durante o planeamento da viagem, a Internet é o "maior impulsionador" da escolha de Portugal como destino de férias (33 por cento), seguindo-se a recomendação de conhecidos/amigos/familiares (25 por cento).

O clima e a paisagem condicionaram a decisão final na maioria dos casos (54 por cento).
Notícia adaptada da “Lusa29 Abr, 2012”.

China já é o maior fornecedor do Brasil

A expansão da produção industrial chinesa é um facto incontornável da economia mundial, apesar da controvérsia sobre a concorrência desleal. Salários muito baixos e exploração de mão-de-obra infantil são muitas das acusações que são feitas. Porém, numa economia capitalista o melhor negócio impõe-se a qualquer controvérsia, seja ela de origem social, de direitos humanos ou ambiental. O lucro é o único objetivo! A notícia que se segue demonstra bem esta realidade. O Brasil que observa, igualmente, um crescimento económico e consolidação da sua indústria não consegue travar a entrada de produtos chineses no seu país.

“…O país asiático tornou-se o principal fornecedor do Brasil nos três primeiros meses deste ano, com uma fatia de 15,5% de tudo o que se importa, ultrapassando os EUA (14,6%). A China também já é o maior vendedor de máquinas e equipamentos para a indústria nacional.

A agressividade chinesa pode ser constatada na comparação com 2000, quando era apenas o 11º fornecedor do Brasil, com participação de 2,19% no total importado. Só em 2011, as compras brasileiras deram um salto de US$ 7,19 bilhões. Os chineses também já são os maiores fabricantes de três dos 12 principais itens importados pelo país este ano, além de estarem entre os dez mais em outros dois grupos.

Desde o início do governo de Dilma Rousseff, as ações na área de defesa comercial para coibir a concorrência desleal multiplicaram-se, assim como outras iniciativas para conter as importações na fronteira. Um terço das petições em análise é contra produtos chineses. A mesma proporção vale para investigações em curso e os direitos já aplicados. Esses percentuais podem ser maiores, se consideradas ações contra Indonésia, Vietname e Malásia, que têm sido usados como rota de produtos chineses para disfarçar a origem.

Máquinas chinesas permitem produção mais barata. O Brasil nunca comprou tantas máquinas da China para ampliar a indústria nacional. Impedir a entrada destes itens limitaria a capacidade das empresas de produzir com equipamentos mais baratos.

"O facto é que, sem outras formas de reduzir custos, as empresas não têm como não recorrer a essas máquinas", diz Castro.

Superavitário até 2005, o setor de máquinas no Brasil precisou importar US$ 20 bilhões a mais do que conseguiu vender ao exterior em 2011. A China já é o primeiro fornecedor do país em quantidade e o segundo em valores financeiros.

… o setor de material de construção está importando mais. Comprou US$ 7 bilhões lá fora em 2011, contra US$ 1 bilhão em 2003. A China já é quem mais vende estes materiais para o Brasil e responsável por um terço das importações.

Notícia adaptada “Da Agência O Globo”.

segunda-feira, 12 de março de 2012

Vaga de frio em Portugal

Portugal que possui um clima predominantemente mediterrânico, possui também algumas características do clima temperado de feição marítima e de feição continental. Possui, regra geral, verões relativamente quentes e invernos com temperaturas moderadas, quando comparadas, por exemplo, com outros países da Europa.

As massas de ar que influenciam as condições meteorológicas em Portugal Continental são as massas de ar polar (provenientes do ártico e, geralmente, frias), as tropicais (provenientes dos trópicos e, geralmente, quentes), as continentais (provenientes do interior dos continentes, geralmente, secas) e as marítimas (provenientes dos oceanos, geralmente, húmidas).

Durante o mês de Janeiro e Fevereiro, Portugal foi afetado pelas massas de ar Polar, provenientes da Rússia e da Escandinávia, que provocaram a queda brusca das temperaturas, provocando uma vaga de frio. Esta situação não é muito vulgar devido à distância geográfica daquelas regiões, mas este ano provocou mesmo um período relativamente longo de queda das temperaturas.

Assim, verificaram-se situações anómalas que obrigaram a proteção civil a acionar o alerta laranja nos distritos de Bragança, Évora, Vila Real, Beja, Portalegre, Castelo Branco, Aveiro e Braga.

A queda das temperaturas chegaram a descer, face ao habitual, entre os 6 e os 9º C. Bragança chegou a registar 9º C negativos, Coimbra -1ºC, Viana do Castelo, Évora e Beja (-2º C), Castelo Branco e Portalegre (-3º C), Vila Real e Viseu (-4º C) e Guarda (-7º C).

Estas temperaturas obrigaram as autarquias a reforçar as medidas de apoio aos sem abrigo retirando-os, sempre que possível, das ruas para evitar a morte por hipotermia. Só em Lisboa estima-se que vivam nas ruas cerca de 1500 pessoas.

terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Vaga de frio - conceito

A Europa foi assolada durante o mês de Fevereiro por uma vaga de frio polar siberiana, ou seja, da região do ártico.
Onda de frio vitimou pelo menos 590 pessoas (foto AP)



















O que é uma vaga de frio?
Considera-se vaga de frio sempre que pelo menos em 6 dias consecutivos a temperatura máxima diária seja inferior em 5º C, ou mais, ao valor normal para a época.

As vagas de frio são muito nocivas para o ser humano, podendo causar a morte por hipotermia, sobretudo nos idosos, crianças e pessoas mais desprotegidas.

Os impactos atingem, igualmente, a agricultura destruindo culturas, o que pode conduzir a prejuízos económicos avultados. O setor dos transportes com o encerramento de aeroportos, estradas e ferrovias prejudicam, igualmente, a circulação de pessoas e mercadorias. Os gastos com a energia, devido à necessidade de utilização intensa dos sistemas de aquecimento são avultados, provocando, por vezes, a subida do preço dos combustíveis fósseis responsáveis pela produção energética, como é o caso do petróleo.

A influência das massas de ar frio polares siberianas, extremamente frias, atingem com alguma regularidade outros países europeus, mais a sul, alterando os seus normais climáticos.

Países que, mesmo em pleno inverno, possuem temperaturas moderadas podem atingir temperaturas muito baixas chegando aos valores negativos, por vários dias consecutivos, ocasionando na maior parte das vezes queda de neve intensa.

Vaga de frio na Europa

A vaga de frio que atingiu a Europa este mês não foi muito diferente daquela que ocorreu em 2005, onde, por exemplo, na Roménia se atingiram as temperaturas mais baixas dos últimos 70 anos, com valores de  39º C negativos. Na altura na Sibéria (Rússia), a região de Tuva registou temperaturas de - 50º C.

Os últimos números indicam que a vaga de frio que atinge os países da Europa provocou mais de 650 mortes.

Roménia

A queda intensa de neve isolou 225 localidades e 156 estradas entre regiões estavam bloqueadas.
Cerca de 4.200 lares estavam privados de eletricidade.

República Checa

Na República Checa verificaram-se violentas tempestades de neve, tendo dado origem a acidentes graves em duas movimentadas autoestradas que envolveram mais de uma centena de veículos e fizeram 9 feridos.

Polónia

Na Polónia a temperatura desceu aos 32º negativos e o rio Vístula ficou congelado bloqueando navios nas suas águas que tiveram de ser retirados por embarcações quebra-gelo. Na região da Silésia a neve bloqueou mais de 80 estradas. A vaga de frio durou mais de 8 dias consecutivos, o que provocou o isolamento de inúmeras aldeias.


Sérvia

Na Sérvia as temperaturas atingiram os 36 graus negativos e a neve bloqueou cerca de 11.500 pessoas em várias aldeias no oeste e sudoeste do país.

Ucrânia

Na Ucrânia foram registados 35 graus negativos durante a noite. Trata-se do inverno mais rigoroso dos últimos seis anos e foram contabilizados mais de 100 mortos. Dezenas de milhares de pessoas foram recolhidas em abrigos temporários para escapar ao frio.

Lituânia, Letónia e Estónia

24 pessoas perderam a vida devido às baixas temperaturas.

Hungria

Numa pequena povoação da Hungria, habitantes de uma pequena localidade perto da fronteira com a Sérvia conseguiram cavar algum carvão perto de uma mina abandonada que lhes permitiu enfrentar o frio e sobreviver.

Espanha

Apesar da distância geográfica (país da Europa do Sul) nem a Espanha escapou ao frio intenso, sobretudo na região da Catalunha onde nevou intensamente. No nosso país vizinho aconteceu mesmo algo insólito quando no País Basco, a praia de La Concha ficou coberta de neve.

França

Foram contabilizados 12 mortos.
Itália

Em Bolonha a circulação de comboios esteve interrompida e o aeroporto fechado. Sexta-feira nevou intensamente em Roma. Já se registaram 45 mortos.

Rio Danúbio

O Rio Danúbio congelou por centenas de quilómetros, na Áustria, Hungria, Croácia, Bulgária e Sérvia.

Outras ocorrências: Um morto na Holanda, quatro na Alemanha e cinco na Grécia juntam-se a outras cinco fatalidades na Áustria.
 
                                Inglaterra

Observa agora duas das reportagens sobre esta vaga de frio.

Vídeo RTP

sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

Impactes da vaga de frio na vida selvagem

As temperaturas excessivamente baixas na Rússia (abaixo do 30º C negativos) congelaram quase todos os rios e lagos onde as aves migratórias costumam passar o inverno. Em consequência muitas aves selvagens procuram água e alimentos junto das áreas populacionais.

“Nas pequenas aldeias com poucos habitantes, até os auroques podem aparecer porque não têm folhas, erva ou feno para comer. Farão como os animais domésticos em busca de comida”, explicou um especialista.

Os ambientalistas pedem às pessoas para alimentar as aves selvagens e assim ajudá-las a sobreviver a estas condições extremas”, sublinhou Evgeniya Rudenko da Euronews.

Observa a reportagem através da hiperligação que se segue.


ztarmail.gif (11175 bytes) Ucrânia: Frio ameaça vida selvagem | euronews, mundo

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Adesão da Croácia à União Europeia


Bandeira da CroáciaLocalização da Croácia


A Croácia, país da Europa do Sul banhado pelo mar Adriático, um dos países candidato à adesão à União Europeia, terminou as negociações para a sua integração em 30 de Junho de 2011. Findadas as negociações a Croácia assinou o Tratado de Adesão em 9 de Dezembro do passado ano.

Este processo ficou agora finalizado num referendo realizado em 22 de Janeiro (a Constituição da Croácia assim o exigia), no qual a população croata optou pela integração. O sim obteve a maioria com 66,25% do total dos votos.

Desta forma, a Croácia irá tornar-se no 28º membro da União Europeia, com data prevista para 1 de Julho de 2013, tendo ultrapassado a Turquia e a Macedónia, países, igualmente, interessados, em integrar a União Europeia.

Votantes :1960045
Sim
  
66.25%
Não
  
33.15%
Votos não válidos
  
0.60%

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Energia Eólica

Num mundo onde a produção de energia depende, na sua grande maioria, da queima dos combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), a ponderação na utilização de energias limpas e alternativas constitui, cada vez mais, uma prioridade.

A energia eólica, que provém do vento, pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, quer em Portugal, quer em diversos países do mundo.

Apresenta como grandes vantagens o facto de ser renovável, ou seja, é inesgotável e limpa, não prejudicando o meio ambiente, o que pode contribuir para a diminuição do efeito de estufa. 

A energia eólica é aproveitada por aerogeradores, colocados estrategicamente em locais onde predominam os ventos. Possuem a forma de um catavento ou de moinho. A movimentação das pás dos aerogeradores,  produzem energia eléctrica através de um gerador.

A conjugação de diversos aerogeradores é a única forma de os mesmos poderem ser rentáveis na produção de energia eléctrica, constituindo os chamados parques eólicos.

Parque eólico  no mar, próximo de Copenhaga, Dinamarca.


A produção de energia eólica não tem passado despercebida a nível mundial, observando um aumento de produção em muitos países. De entre os diversos países produtores de energia eólica destacam-se a China, os E.U.A. e a Alemanha, respectivamente, como os maiores produtores mundiais.

A confirmar esta teoria deve referir-se que já em 2007 a energia eólica representava a maior fatia da geração das energias renováveis, tendo obtido um crescimento de 27%, segundo o relatório da Renewables 2007 Global Status.