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segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Emissões de dióxido de carbono

As emissões de dióxido de carbono continuam a constituir a principal fonte do aquecimento global do planeta. Actualmente, estima-se que o Homem emite para a atmosfera mais de 35,5 biliões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Enquanto isso continuam as negociações de compra de quotas de poluição entre os diferentes países do mundo, como se se trata-se de um negócio "limpo". Só que neste caso, determinados países ao invés de reduzirem as suas emissões ao máximo, não se contentam com as quotas que possuem e compram quotas de poluição atribuídas a países menos industrializados que não as utilizam na sua totalidade.

As negociações são guiadas pelas regras comuns de mercado, podendo ser efetuadas em bolsas, através de intermediários ou diretamente entre as partes interessadas.

Na actualidade a China, a Índia em conjunto com a Austrália, Coreia do Sul e Japão produzem quase metade dos gases causadores do aquecimento global.

Será que se trata de um negócio legítimo?

 

quarta-feira, 11 de março de 2009

PROMESSAS DE QUIOTO ADIADAS

No protocolo de Quioto ficaram definidas as metas de redução das emisões de CO2. O problema é que essas metas estão longe de se cumprirem!
Segundo as Nações Unidas a nossa vizinha Espanha apresenta uma diferença face às metas definidas na ordem dos 34,5%, aparecendo como o país mais incumpridor. Com valores acima dos 20% encontram-se o Luxemburgo, a Áustria, o Canadá, a Nova Zelândia e a Dinamarca.
Da lista dos dezassete países mais incumpridores a nível mundial (com acordo assinado em Quioto) 14 são europeus.
Entre estes, Portugal, apresenta uma diferença face às metas cumpridas de 10,6%.
É caso para perguntar, se com estes incumprimentos, os objectivos da redução de CO2 poderão ser um dia uma realidade. Não cumprindo, o aquecimento global do planeta continuará a ser uma realidade, originando o contínuo degelo dos glaciares, a consequente subída do nível médio das águas do mar, as alterações climáticas que se vão manifestando em catástrofes naturais sucessivas e incontroláveis.
Que futuro?

A NECESSIDADE DA REDUÇÃO DRÁSTICA DAS EMISSÕES DE CO2

Decorrem em Poznan, na Polónia, as negociações internacionais para a era pós-Protocolo de Quioto, a partir de 2012, que não se antevêem fáceis.
Porém, surge uma nova esperança, Obama, o novo presidente norte-americano, garantiu uma atitude responsável nas questões climáticas, prometendo reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) ao nível das de 1990 até 2020 e uma diminuição adicional de 80% até 2050.
É uma promessa que que o planeta agradece, mas o mais difícil será cumprir. Oxalá que sim.
Pelo contrário, a Europa dos 27 ainda não encontraram as soluções para a redução de 20% das emissões de CO2 até 2020.
A proposta de Bruxelas é a de colocar em leilão as licenças de emissão de CO2 até 2020.
Todas estas questões terão que ser definidas até à cimeira decisiva de Copenhaga, a realizar em Dezembro de 2009.
Devo relembrar que em Bali, em Dezembro de 2007, se concluiu que havia uma necessidade iminente: a redução drástica das emissões de CO2.
Se a problemática da poluição atmosférica é deveras complicada de resolver no mundo desenvolvido, não devemos esquecer que os países em desenvolvimento na sua fase de instrialização, aliás perfeitamente justificada no seu processo de desenvolvimento e afirmação internacional, alarga substanciamente esse problema. Como regular as emissões de CO2, por exemplo, da China e da Índia, sedentos de produção industrial?
Teremos de esperar até Dezembro do corrente ano para encontar algumas respostas, enquanto isso as alterações climáticas progridem...

O mapa do Carbono

As emissões de carbono estão na base do aquecimento global do planeta. Para que se possa ter uma ideia aproximada de quais são os maiores pr...