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quinta-feira, 24 de novembro de 2016

Presidente chinês promete apoiar comércio livre na Ásia Pacífico

O Presidente chinês, Xi Jinping, comprometeu-se hoje a reforçar o livre comércio na Ásia Pacífico, depois de o Presidente eleito dos Estados Unidos, Donald Trump, ter anunciado que vai abandonar o Acordo de Associação Transpacífico (TPP).

Xi, que realiza uma visita de Estado ao Chile, prometeu "impulsionar a construção de uma área de livre comércio na Ásia Pacífico e uma economia mundial aberta".

Trump anunciou no início da semana que vai retirar os EUA do TPP no seu primeiro dia na Casa Branca
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Foto Reuters
Na sua última paragem, num périplo de uma semana pela América Latina, Xi disse que acordou com a sua homóloga chilena, Michelle Bachelet, trabalhar numa "total relação estratégica".

Ambos concordaram reforçar o acordo de livre comércio já estabelecido entre os dois países e assinaram 12 acordos de cooperação.

"Para prosseguir com o desenvolvimentos dos laços a longo termo, decidimos elevar as nossas relações bilaterais para uma relação estratégica e abrir uma nova página nos laços entre a China e o Chile", afirmou Xi em conferência de imprensa.
O Chile é o maior produtor de cobre do mundo e o segundo maior produtor de salmão.

A China é o principal parceiro comercial do país e destino de 25% das exportações chilenas no ano passado.

Esta semana, Xi assinou ainda 18 novos acordos com o Peru.
 
Notícia CMJornal, 24-11-2016.

segunda-feira, 21 de novembro de 2016

Líderes do fórum económico Ásia-Pacífico comprometem-se a combater proteccionismo

Os dirigentes dos 21 países do Fórum para a Cooperação Económica Ásia-Pacífico (APEC) comprometeram-se "a combater qualquer forma de proteccionismo", segundo a declaração do final do encontro que terminou este domingo,em Lima, Peru.

Líderes do fórum económico Ásia-Pacífico comprometem-se a combater proteccionismo

Reuters


Os membros do fórum rejeitam políticas económicas protecionistas num contexto de, como descrito na declaração final, "uma lenta e desigual recuperação da crise financeira de 2008".

A declaração indica que os membros vão "resistir a todas as formas de proteccionismo", incluindo a manipulação de moedas e de taxas de câmbio.

Neste documento, os líderes das 21 nações do APEC referem que vão continuar a trabalhar para um acordo de livre comércio que inclua todos estes países.

No entanto, estas perspectivas para um novo pacto económico foram ensombradas pelo cepticismo do Presidente norte-americano eleito, Donald Trump, em relação ao livre comércio, bem como pelo voto dos britânicos para a saída da União Europeia, aprovada pelos britânicos em referendo já em Junho.

Os membros do APEC comprometeram-se ainda a aderir às metas definidas no ano passado em Paris para as alterações climáticas.

Criado em 1989, o APEC é um fórum composto por 21 países da Ásia e do Pacífico que promove o comércio livre na região, com o objectivo de criar mais prosperidade para os povos através de um crescimento equilibrado, inclusivo, sustentável e inovador.

Entre os países que integram este fórum estão a Austrália, o Canadá, o Chile, a China, o Japão, a Malásia, o México, a Rússia, Singapura, a Tailândia e os Estados Unidos da América.

No seu conjunto, os países da zona Ásia-Pacífico, que são os que mais beneficiaram da globalização, representam 60% do comércio mundial e 40% da população global.

Lusa21 de Novembro de 2016 às 00:09

quarta-feira, 1 de maio de 2013

Globalização e deslocalização industrial

Os grupos industriais portugueses também se envolvem no fenómeno de globalização da economia e participam no fenómeno da deslocalização industrial. Este facto já não é novidade para ninguém e, na atualidade, o grupo Salvador Caetano também pertence ao rol das empresas que se transformam em multinacionais, aproveitando mercados emergentes e mão-de-obra mais barata para a sua produção. Vejamos, então, a seguinte notícia que nos dá esse exemplo.


O grupo quer expandir-se internacionalmente, mas mantendo o centro de competências em Portugal.
Com a fábrica de autocarros para aeroportos na China quase a arrancar, o grupo português Salvador Caetano continua a acelerar a estratégia de internacionalização. Em estudo está a abertura de uma segunda fábrica de autocarros na América Latina. "Estamos a estudar a criação de uma fábrica na América Latina, pois acreditamos que existem boas perspectivas de crescimento nessa região", revela o presidente-executivo da Caetano Bus, Jorge Pinto, ao Diário Económico.


O responsável realça, no entanto, que o centro de competências do grupo continuará a ser em Portugal. "Vamos manter a nossa unidade portuguesa como o centro de competências das unidades industriais. Todo o ‘kown-how' continuará a ser desenvolvido em Portugal e depois exportado para as restantes fábricas", sublinha o presidente-executivo da Caetano Bus.

Notícia do Jornal "Económico" de 29/04/2013

O mapa do Carbono

As emissões de carbono estão na base do aquecimento global do planeta. Para que se possa ter uma ideia aproximada de quais são os maiores pr...