Conheça as histórias relacionadas com a tempestade mais forte de que se tem notícia e que assolou Nova Iorque. Veja como uma estranha combinação de fenómenos naturais conduziu experiências que alteraram a vida daqueles que sofreram a sua fúria e presenciaram o levantamento de árvores, veículos arrastados pela água e bairros inteiros em chamas. Analisamos cientificamente este enorme choque de sistemas meteorológicos mostrando o que acontece quando um furacão tropical se encontra com uma frente fria sobre a região mais densamente povoada dos Estados Unidos. Será só o começo de um pesadelo que a população mundial enfrentará em função de mudanças climáticas?
Mostrar mensagens com a etiqueta Catástrofes Naturais. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta Catástrofes Naturais. Mostrar todas as mensagens
domingo, 27 de novembro de 2016
Furacões | National Geographic
Breve documentário produzido pela National Geographic sobre a formação de um furacão.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
Filipinas: Destruição depois do Haiyan
O Haiyan, considerado um dos piores tufões a atingir as Filipinas, deixou um rasto de destruição na sua passagem pelo arquipélago, como confirmou à euronews Clara Reyes, a presidente da Câmara Municipal de Córon, na província de Palawan.
Com uma população de 45 mil pessoas, 11 mil foram afetadas.
“Não temos eletricidade, nem água e as reservas de alimentos podem durar apenas seis dias. O problema é que o município não tem dinheiro para pagar o transporte de bens de socorro, estes são todos voos comerciais. Portanto, quando falamos de bens de socorro, claro que não há qualquer conotação humanitária”, queixa-se a autarca.
Córon situa-se na última ilha do arquipélago das Filipinas a ser atingida pelos ventos de 275 quilómetros por hora, antes do Haiyan se dirigir para o Vietname.
Clara Reyes narra que “quando o tufão chegou foi como se estivéssemos atrás de um jato comercial, que está pronto a descolar. Era isso que parecia… Durou três horas e houve uma pausa de talvez duas. Creio que estávamos no centro da tempestade, duas horas depois, começou de novo.”
A autarca informa que precisam “urgentemente, de alimentos básicos como arroz e água potável. Precisamos de medicamentos como antibióticos, remédios para tosse e febre, redes mosquiteiras, cobertores e roupas… Pois 85,5 por cento da nossa população perdeu a casa, incluindo os seus haveres. Para que possam reconstruir as suas vidas precisam, pelo menos, de ter roupas para vestir.”
São já dez mil o número de mortos causado pela passagem do tufão Haiyan pelo aquipélago das Filipinas.
A estimativa é do chefe da polícia regional da província de Leyte. A maioria dos mortos foi vítima de afogamento, deslizamento de terra e desmoronamento de casas e edifícios.
O super tufão, o mais violento de sempre na região, terá também arrasado entre 70% a 80% da cidade de Tacloban, no litoral leste do país pelo que se estima que o balanço final da catástrofe seja ainda mais negro.
Tacloban é uma região de destroços a céu aberto com milhares de desalojados estradas intransitáveis e cadáveres espalhados por todo o lado.
O Conselho para a Gestão e Redução de Desastres do país informou que cerca de quatro milhões de pessoas de 36 províncias das Filipinas foram afetadas pelo fenómeno, qualificado como super tufão, com ventos que superaram os 240 km/h.
O Haiyan é agora esperado no Vietname onde deve chegar segunda- feira e embora esteja prevista uma perda de intensidade, receia-se a sua força destruidora.
Em Hanoi a população ativa-se para proteger as suas casas e as autoridades vietnamitas evacuaram várias localidades que estarão na rota a tempestade, mais de 200 mil pessoas foram deslocadas.
Notícia adaptada da Euronews, Novembro de 2013
quarta-feira, 1 de maio de 2013
SISMO MAGNITUDE 5.9. ARQUIPÉLAGO DOS AÇORES
No dia 30 de Abril de 2013, pelas 06:25 (hora local) ocorreu no Grupo Oriental dos Açores um sismo de magnitude 5.9 ML, com localização epicentral a cerca de 40km a sudeste da Povoação (S. Miguel). Este sismo foi sentido nas ilhas de S. Miguel, Santa Maria e Terceira. A ilha onde o impacto foi maior foi a de S. Miguel, tendo sido determinada uma intensidade máxima de V (Escala de Mercalli Modificada) em algumas das localidades da zona oriental. Nas duas outras ilhas referidas a intensidade máxima observada não ultrapassou o grau III e IV, respetivamente. No total há conhecimento do sismo ter sido sentido em pelo menos 41 freguesias das três ilhas mencionadas.
Réplicas:
Na sequência deste sismos ocorreram diversas réplicas de menor magnitude, tendo sido registadas 71 até às 15:00 locais. A réplica mais significativa atingiu a magnitude de 4,5 ML e foi sentida com intensidade máxima IV na Povoação.
Motivos:
O sismo das 06:25 UTC é de origem tectónica, e de acordo com uma análise preliminar, resulta de uma falha normal na zona de interação entre as placas Euro-Asiática e Núbia, com orientação NW-SE.
O Instituto Português do Mar e Atmosfera, através do seu Centro Operacional nos Açores, continua a monitorizar o desenvolvimento da atividade sísmica.
Notícia adaptada do Instituto Português do Mar e da Atmosfera.
Resultados do sismógrafo:
segunda-feira, 12 de março de 2012
Vaga de frio em Portugal
Portugal que possui um clima predominantemente mediterrânico, possui também algumas características do clima temperado de feição marítima e de feição continental. Possui, regra geral, verões relativamente quentes e invernos com temperaturas moderadas, quando comparadas, por exemplo, com outros países da Europa.
As massas de ar que influenciam as condições meteorológicas em Portugal Continental são as massas de ar polar (provenientes do ártico e, geralmente, frias), as tropicais (provenientes dos trópicos e, geralmente, quentes), as continentais (provenientes do interior dos continentes, geralmente, secas) e as marítimas (provenientes dos oceanos, geralmente, húmidas).
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Vaga de frio - conceito
A Europa foi assolada durante o mês de Fevereiro por uma vaga de frio polar siberiana, ou seja, da região do ártico.
O que é uma vaga de frio?
As vagas de frio são muito nocivas para o ser humano, podendo causar a morte por hipotermia, sobretudo nos idosos, crianças e pessoas mais desprotegidas.
Os impactos atingem, igualmente, a agricultura destruindo culturas, o que pode conduzir a prejuízos económicos avultados. O setor dos transportes com o encerramento de aeroportos, estradas e ferrovias prejudicam, igualmente, a circulação de pessoas e mercadorias. Os gastos com a energia, devido à necessidade de utilização intensa dos sistemas de aquecimento são avultados, provocando, por vezes, a subida do preço dos combustíveis fósseis responsáveis pela produção energética, como é o caso do petróleo.
A influência das massas de ar frio polares siberianas, extremamente frias, atingem com alguma regularidade outros países europeus, mais a sul, alterando os seus normais climáticos.
Países que, mesmo em pleno inverno, possuem temperaturas moderadas podem atingir temperaturas muito baixas chegando aos valores negativos, por vários dias consecutivos, ocasionando na maior parte das vezes queda de neve intensa.
O que é uma vaga de frio?
Considera-se vaga de frio sempre que pelo menos em 6 dias consecutivos a temperatura máxima diária seja inferior em 5º C, ou mais, ao valor normal para a época.
As vagas de frio são muito nocivas para o ser humano, podendo causar a morte por hipotermia, sobretudo nos idosos, crianças e pessoas mais desprotegidas.
Os impactos atingem, igualmente, a agricultura destruindo culturas, o que pode conduzir a prejuízos económicos avultados. O setor dos transportes com o encerramento de aeroportos, estradas e ferrovias prejudicam, igualmente, a circulação de pessoas e mercadorias. Os gastos com a energia, devido à necessidade de utilização intensa dos sistemas de aquecimento são avultados, provocando, por vezes, a subida do preço dos combustíveis fósseis responsáveis pela produção energética, como é o caso do petróleo.
A influência das massas de ar frio polares siberianas, extremamente frias, atingem com alguma regularidade outros países europeus, mais a sul, alterando os seus normais climáticos.
Países que, mesmo em pleno inverno, possuem temperaturas moderadas podem atingir temperaturas muito baixas chegando aos valores negativos, por vários dias consecutivos, ocasionando na maior parte das vezes queda de neve intensa.
Vaga de frio na Europa
A vaga de frio que atingiu a Europa este mês não foi muito diferente daquela que ocorreu em 2005, onde, por exemplo, na Roménia se atingiram as temperaturas mais baixas dos últimos 70 anos, com valores de 39º C negativos. Na altura na Sibéria (Rússia), a região de Tuva registou temperaturas de - 50º C.
Os últimos números indicam que a vaga de frio que atinge os países da Europa provocou mais de 650 mortes.
Roménia
A queda intensa de neve isolou 225 localidades e 156 estradas entre regiões estavam bloqueadas.
Cerca de 4.200 lares estavam privados de eletricidade.
República Checa
Na República Checa verificaram-se violentas tempestades de neve, tendo dado origem a acidentes graves em duas movimentadas autoestradas que envolveram mais de uma centena de veículos e fizeram 9 feridos.
Polónia
Na Polónia a temperatura desceu aos 32º negativos e o rio Vístula ficou congelado bloqueando navios nas suas águas que tiveram de ser retirados por embarcações quebra-gelo. Na região da Silésia a neve bloqueou mais de 80 estradas. A vaga de frio durou mais de 8 dias consecutivos, o que provocou o isolamento de inúmeras aldeias.
Sérvia
Na Sérvia as temperaturas atingiram os 36 graus negativos e a neve bloqueou cerca de 11.500 pessoas em várias aldeias no oeste e sudoeste do país.
Ucrânia
Na Ucrânia foram registados 35 graus negativos durante a noite. Trata-se do inverno mais rigoroso dos últimos seis anos e foram contabilizados mais de 100 mortos. Dezenas de milhares de pessoas foram recolhidas em abrigos temporários para escapar ao frio.
Lituânia, Letónia e Estónia
24 pessoas perderam a vida devido às baixas temperaturas.
Hungria
Numa pequena povoação da Hungria, habitantes de uma pequena localidade perto da fronteira com a Sérvia conseguiram cavar algum carvão perto de uma mina abandonada que lhes permitiu enfrentar o frio e sobreviver.
Espanha
Apesar da distância geográfica (país da Europa do Sul) nem a Espanha escapou ao frio intenso, sobretudo na região da Catalunha onde nevou intensamente. No nosso país vizinho aconteceu mesmo algo insólito quando no País Basco, a praia de La Concha ficou coberta de neve.
França
Foram contabilizados 12 mortos.
Itália
Em Bolonha a circulação de comboios esteve interrompida e o aeroporto fechado. Sexta-feira nevou intensamente em Roma. Já se registaram 45 mortos.
Rio Danúbio
O Rio Danúbio congelou por centenas de quilómetros, na Áustria, Hungria, Croácia, Bulgária e Sérvia.
Outras ocorrências: Um morto na Holanda, quatro na Alemanha e cinco na Grécia juntam-se a outras cinco fatalidades na Áustria.
Observa agora duas das reportagens sobre esta vaga de frio.
Vídeo RTP
sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012
Impactes da vaga de frio na vida selvagem
As temperaturas excessivamente baixas na Rússia (abaixo do 30º C negativos) congelaram quase todos os rios e lagos onde as aves migratórias costumam passar o inverno. Em consequência muitas aves selvagens procuram água e alimentos junto das áreas populacionais.
“Nas pequenas aldeias com poucos habitantes, até os auroques podem aparecer porque não têm folhas, erva ou feno para comer. Farão como os animais domésticos em busca de comida”, explicou um especialista.
Os ambientalistas pedem às pessoas para alimentar as aves selvagens e assim ajudá-las a sobreviver a estas condições extremas”, sublinhou Evgeniya Rudenko da Euronews.
Observa a reportagem através da hiperligação que se segue.
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Razões para a origem de terramotos continuados no Japão
O Japão é um país caracterizado pelo seu relevo montanhoso de origem vulcânica. O seu ponto mais alto atinge-se aos 3 776 metros de altitude no conhecido monte Fuji.
Localizado no Círculo de Fogo do Pacífico (ou Anel de Fogo do Pacífico), em plena bacia do oceano Pacífico, onde se verificam constantes movimentos de placas tectónicas, o Japão possui oitenta vulcões activos no país e os sismos são consequência disso mesmo. A enorme quantidade de vulcões mostra que nas profundezas do arquipélago o solo é instável e cheio de energia. Isso faz com que o país esteja entre os que mais terramotos registam no mundo e de intensidades elevadas.
O que é uma placa tectónica?
Uma placa tectónica é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência. As placas convergem horizontalmente, dando-se uma zona de choque entre as mesmas ou de subducção, em que uma placa mergulha por debaixo de outra placa.
Assim, é nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terramotos e erupções vulcânicas.
O Japão, devido à sua posição geográfica, torna-se assim, um país muito atreito a terramotos porque o seu território enquadra-se na zona de convergência de 4 placas tectónicas diferentes.
Este mapa que representa as principais placas tectónicas do mundo, permite enquadrar o território japonês na zona de convergência de 4 placas diferentes!
Sismo de 8,9 na escla de Richter e Tsunami no Japão - Consequências e evolução
Só agora escrevo sobre a maior catástrofe natural registada no Japão, desde que há memória. Este tipo de catástrofes têm repercussões e consequências relativamente prolongadas no tempo. Certamente, o que aqui escreverei não será, infelizmente, o final deste triste episódio da "ira da natureza", mas já me permitirá fazer um balanço mais completo desta catástrofe.
Intensidade da catástrofe
O primeiro sismo, seguido de pelo menos quatro réplicas fortes (uma delas atingiu 6,6 na escala de Richter, em Tóquio), foi registado às 14h46 do 11 de Março, a 179 quilómetros a leste de Sendai, ilha de Honshu, e a 382 quilómetros a nordeste de Tóquio, segundo o Instituto de Geofísica dos Estados Unidos (USGS).
Este sismo foi o mais forte desde o início das medições da intensidade sísmica no Japão, ou seja há 140 anos atrás!
O Tsunami que se lhe seguiu provocou ondas desvastadoras, que entraram costa a dentro e que atingiram cerca de 15 metros de altura, destruindo tudo o que se lhe deparava à frente (carros, estradas, casas...), como se tratasse de um filme apocalíptico.
No site da visão Júnior existe uma série de imagens ilustrativas do tsunami. Deixo aqui o endereço electrónico como complemento deste artigo.
Esta onda gigante chegou a preocupar os países banhados pelo oceano Pacífico, tendo ocorrido consequências no estado da Califórnia (EUA) e Havai, mas sem consequências graves.
Réplicas
Várias réplicas se têm verificado desde 11 de Março último, mas os números são impressionantes: mais de 1 000 terramotos (todos superiores a 4,5 graus na escala de Richter). Destes 408 sismos tiveram magnitude de pelo menos 5 graus, sendo que o número total poderia ser multiplicado por 10 se se tivesse em conta os sismos com menos de 4 graus.
Mais, do total dos tremores de terra, 68 tiveram uma intensidade igual ou superior a 6 graus e outros cinco registaram pelos menos 7 graus (a mesma intensidade que provocou 300 000 mortos no Haiti, em Janeiro de 2010).
Os epicentros de todos estes abalos cobrem uma área de 500 quilómetros de norte a sul, entre as costas de Iwate e Ibaraki, e 200 quilómetros de oeste para leste.
Consequências - números arrepiantes
O sismo e o tsunami que se seguiu provocaram a maior crise humanitária da história do Japão desde a Segunda Guerra Mundial (bomba atómica).
As perdas humanas eram imprevisíveis, só na manhã seguinte foram encontrados 2000 corpos junto à costa e ainda não se sabia quantos passageiros continha o comboio que foi literalmente arrastado pela força das águas.
Mas o drama humano atingiu números muito superiores e até hoje estão contabilizados 14 949 mortos, continuando desaparecidas 9 880 pessoas, que pode elevar o número total de mortes até aos cerca de 25 000.
As equipas de socorro fazem o que podem para encontrar sobreviventes. Uma tarefa partilhada pelos familiares dos desaparecidos. Os que escaparam à tragédia deparam-se com a falta de comida, água e de apoio.
Quase 131 000 japoneses estão alojados, de forma provisória em edifícios públicos.
Mais de 95 000 edifícios nas regiões afectadas ficaram completamente destruídos.
Cerca de um milhão de casas ficou sem electricidade.
O governo japonês estima que poderá levar cerca de 10 anos até conseguir reconstruir, por completo, as áreas mais afectadas.
Foram produzidos 25 milhões de toneladas de escombros que deverão ser removidas ao longo de 3 anos, estando agora esses escombros amontoados ao longo da costa. O devido armazenamento destes escombros é, igualmente, uma grande preocupação.
Outra enorme preocupação é agora as centrais nucleares afectadas pela catástrofe natural. Os níveis de radioactividade no ar e nas águas, são inúmeras vezes superiores aos valores considerados normais. Mas esta temática deixarei para um próximo post, pois a questão da produção de energia eléctrica a partir de centrais nucleares merece uma grande preocupação ambiental e humana e o seu devido destaque.
Termino esta reflexão com mais algumas imagens ilustrativas desta tragédia que perdurará para sempre na história das maiores calamidades naturais do planeta.
Imagens inéditas do sismo (euronews)
A guarda costeira japonesa divulgou um vídeo com imagens impressionantes do tsunami do dia 11 de Março.
São imagens do momento em que a vaga arrastou tudo no porto e no aeroporto de Sendai e também em várias localidades costeiras das províncias de Iwate e Miyagi.
segunda-feira, 2 de maio de 2011
Fotografias do Terramoto e Tsunami no Japão
Estas são algumas das melhores fotografias retiradas da tragédia ocorrida no Japão em 11 de Março de 2011.




Fotografias retiradas do site NP - Notícias de Portugal.
Tsunami redemoinho e ondas perto de um porto em Oarai, Ibaraki (estado) depois do Japão ter sido atingido por um forte sismo ao largo da costa nordeste da sexta-feira 11 de marco, 2011.
Aeroporto de Sendai cercado por águas em Miyagi.
O tsunami ao longo Iwanuma no norte do Japão nesta sexta-feira 11 Março de 2011. O terremoto de magnitude 8,9 bateu costa leste do Japão na sexta-feira, desencadeando um tsunami de 13 pés (4 metros) que varreu barcos, carros, edifícios e toneladas de detritos para o interior.
Fotografias retiradas do site NP - Notícias de Portugal.
quarta-feira, 5 de janeiro de 2011
Águas diluvianas provocam cheias um pouco por todo o mundo
Centenas de milhares de pessoas ficaram desabrigadas pelas piores enchentes em décadas no noroeste do Paquistão, onde, dezenas de pessoas morreram, em Julho de 2010.
As chuvas começaram no distrito de Swat, situado na província de Khyber-Pakhtunkhwa, e transbordaram o rio de mesmo nome. Nunca foi o Paquistão tinha enfrentado uma situação desta magnitude.
As chuvas começaram no distrito de Swat, situado na província de Khyber-Pakhtunkhwa, e transbordaram o rio de mesmo nome. Nunca foi o Paquistão tinha enfrentado uma situação desta magnitude.
As inundações causaram danos, igualmente em terras e propriedades.
Segundo a "Dawn", um "grande número" de casas e pontes, assim como escolas, estradas e mesquitas foram destruídas nas regiões, que ficaram sem fornecimento de energia eléctrica e gás devido aos danos nas linhas de transmissão.
As piores cheias em décadas deixam milhares de hectares da paisagem australiana debaixo de água no nordeste da Austrália, onde o Exército teve de distribuir provisões nas regiões mais atingidas. Esta tragédia atinge o país desde o fim de mês de Novembro.
Segundo a "Dawn", um "grande número" de casas e pontes, assim como escolas, estradas e mesquitas foram destruídas nas regiões, que ficaram sem fornecimento de energia eléctrica e gás devido aos danos nas linhas de transmissão.
As piores cheias em décadas deixam milhares de hectares da paisagem australiana debaixo de água no nordeste da Austrália, onde o Exército teve de distribuir provisões nas regiões mais atingidas. Esta tragédia atinge o país desde o fim de mês de Novembro.
“Isto é um desastre natural de grandes proporções e para a recuperação será preciso um tempo considerável”, revelou a chefe do Executivo australiano por meio de um comunicado.
Até aquele momento, 200 mil cidadãos de 22 localidades do estado de Queensland foram atingidos pelas inundações, consideradas as piores das últimas cinco décadas.
Várias localidades foram declaradas zonas de calamidade quando os rios subiram mais de 50 centímetros acima do recorde de cheias anteriores. Por exemplo, houve rios ,como o Burnett, que subam 7,5 metros, mais 30 centímetros que no recorde de 1954.
De acordo com as previsões das autoridades, as inundações não diminuirão em várias áreas do estado ao longo ao longo do mês de Janeiro.
O nível do caudaloso do rio Fitzroy alcançou, antes do previsto, os 9 metros de altura e teme-se que chegue a 9,4 metros, o que deixaria Rockhampton totalmente incomunicável, com 400 casas alagadas e milhares sem condições de moradia neste momento.
Para além das vidas humanas, os prejuízos foram muito avultados avultados e atingem cerca de 760 milhões de euros, incluindo perdas irreversíveis nas colheitas de girassol e de algodão e na enorme quantidade de gado afogado.
As enchentes causadas pelas fortes chuvas no nordeste da China, em Julho passado, causaram, no mínimo 928 mortos e prejuízos no valor de dezenas de biliões de dólares.
Em toda a China, um total de 875 mil casa foram destruídas, 9,6 milhões de pessoas foram evacuadas e 22 milhões de hectares destinados à agricultura foram inundados.
As piores inundações da China ocorreram em 1998, quando 4.150 pessoas morreram, devido às cheias provocadas pelo rio Yangtze.
A China enfrenta chuvas torrenciais a cada verão, mas as chuvas deste verão foram as piores em mais de uma década. Por exemplo, o rio Yangtze subiu 15% a mais do que a média.
Estas catástrofes naturais confirmam as alterações climáticas que se observam no planeta. Com o aquecimento global estas catástrofes vão-se multiplicando e batendo recordes atrás de recordes, que conduzem a grandes tragédias humanas e económicas. Mas é, também, de salientar, que a excessiva precipitação em alguns pontos do planeta, é acompanhada por secas prolongadas noutros, conduzindo a problemas de desertificação muito graves, que arrasam os campos agrícolas, tornando os solos estéreis, acentuando a pobreza, a fome e grandes fluxos migratórios forçados.
quarta-feira, 24 de novembro de 2010
Agrava-se a situação sanitária no Haiti
Segundo notícia do jornal o Expresso o surto de cólera no Haiti, que já matou 724 pessoas e contaminou milhares no país está a ganhar proporções muito preocupantes e já existem tumultos por causa da distribuição de água.
"Multiplicam-se as desordens e conflitos junto aos locais onde é distribuída água para beber.
Mais de um milhão de habitantes vive em Port-au-Prince em situações sanitárias precárias depois do terramoto de Janeiro passado.
A ONU lançou ontem um apelo urgente à comunidade internacional para conseguir fundos no valor de 120 milhões de euros."
O Haiti que é um dos países mais pobres do mundo vive uma situação de autêntico desespero. A destruição arruinou as instalações sanitárias, quer ao nível de tratamento de esgotos, quer ao nível de abastecimento de água potável.
A falta de água potável e a distribuição de alimentos em más condições de ingestão estão a causar o descontrolo desta epidemia.
sexta-feira, 12 de novembro de 2010
Vulcão Merapi em erupção na Indonésia
"O balanço da erupção do vulcão Merapi subiu hoje, quarta-feira, para 191 mortos, depois de terem sido encontrados em várias aldeias mais corpos soterrados pelas cinzas vulcânicas que continuam a perturbar o tráfego aéreo.
O anterior balanço da erupção, que começou a 26 de Outubro, era de 151 mortos.
Esta foi a erupção mais forte do Merapi desde 1870. Aldeias inteiras ficaram destruídas ou cobertas de cinza, obrigando 340 000 habitantes a encontrar refúgio em abrigos.
"A intensidade da erupção diminuiu mas a actividade do vulcão continua elevada", indicou Surono, vulcanólogo encarregado de vigiar os vulcões indonésios."
Notícia adaptada de Jornal de Notícias
10/11/2010
quarta-feira, 10 de novembro de 2010
Catástrofe humanitária em Port-au-Prince
Observa a reportagem em vídeo de uma das maiores catástrofes naturais deste século, ocorrida no Haiti e que destruiu por completo a sua capital Port-au-Prince. Tratou-se de um sismo de grande magnitude, com uma capacidade de destruição temível.
Para reflectir.Furacão, Tufão ou Tornado
Observa através da infografia, clicando no link abaixo, como se forma este tipo de tempestades.
http://jn.sapo.pt/multimedia/infografia970.aspx?content_id=1706618
http://jn.sapo.pt/multimedia/infografia970.aspx?content_id=1706618
quinta-feira, 23 de abril de 2009
FORMAS DE PREVENÇÃO DE SISMOS DE GRANDE INTENSIDADE
A Itália foi abalada por um sismo de grande intensidade que provocou mais de 300 mortos e destruiu entre 10 a 15 mil casas.
É quase impossível contrariar a força da "mãe natureza", sendo, assim, difícil evitar este tipo de situações, até porque o sismo aparece sem avisar. Neste caso ocorrido na Itália, um químico italiano, de seu nome Gioacchino Giuliani, conseguiu através da monitorização dos valores de radão prever, com algum grau de fiabilidade, a previsão do terramoto, o que poderá ser um novo factor de estudo para a detecção deste tipo de catástrofe natural.
Itália possui regiões de alto risco sísmico, mais concretamente cerca de 45% do seu território, como em muitos outros países do mundo. É nestas regiões de risco que a prevenção tem de funcionar e a melhor prevenção passa pela adaptação das características das habitações, que têm de cumprir as normas anti-sísmicas, no sentido de diminuir os seus impactos.
Em Portugal, e após o terramoto de 1755 em Lisboa, houve alterações nas estruturas das habitações, adequadas à época.
Actualmente, o maior conhecimento sobre terramotos, implica novos modelos de construção, mas mesmo assim em Portugal, e mais concretamente Lisboa (a região do país de maior risco), muitos dos edifícios não apresentam adequação no que respeita às normas anti-sísmicas.
ITÁLIA 6,3 NA ESCALA DE RICTHER
"Ao longo das semanas os números nunca pararam de aumentar. A intensidade do abalo que atingiu em cheio a cidade de L`Aquila no centro de Itália, os relatos do local e as fotografias permitiam perceber o tamanho da tragédia. Ontem, quinta-feira, estavam contabilizados 278 mortos e perto de 18 mil desalojados.
Notícia In Expresso, de 16 de Abril de 2009.
Subscrever:
Mensagens (Atom)
O mapa do Carbono
As emissões de carbono estão na base do aquecimento global do planeta. Para que se possa ter uma ideia aproximada de quais são os maiores pr...
-
As emissões de carbono estão na base do aquecimento global do planeta. Para que se possa ter uma ideia aproximada de quais são os maiores pr...
-
A fundação Melinda & Bill Gates financia, com 720 mil euros pela primeira vez projectos lusos, que são pioneiros a nível mundial. O inv...
