quinta-feira, 4 de outubro de 2012
Resultados preliminares dos Censos de 2011
Neste post fica, em registo de vídeo, os resultados preliminares globais dos Censos de 2011.
sexta-feira, 28 de setembro de 2012
De minorias a maiorias - Etnias nos E.U.A.
É caso para dizer que as minorias já não são o que eram...
Nos EUA a multiculturalidade é um fenómeno em clara ascensão. Se repararmos no gráfico do Center for American Progress é fácil constatarmos as grandes diferenças operadas entre as minorias étnicas desde o ano de 2000 para a previsão do ano 2050. De facto, as minorias étnicas do país tornar-se-ão, segundo as previsões, em maiorias, pois hispânicos, negros e asiáticos vão predominar no país.
A este facto não são alheios os movimentos migratórios e a capacidade atrativa que os E.U.A. continuam a exercer mundialmente, sobretudo para os asiáticos. Porém, esta não será a única explicação. A elevada taxa de natalidade entre os hispânicos e as famílias negras estará na origem do crescimento destas comunidades.
O caso dos EUA é, assim, um bom exemplo no que respeita às atuais dinâmicas populacionais dos países mais desenvolvidos que enfrentam graves problemas na renovação de gerações, pois as famílias da sociedade atual têm tendência a ter cada vez menos filhos.
Nestes casos é imperativo que haja abertura de mentalidades e espírito de aceitação entre todos, caso contrário podem tornar-se sociedades xenófobas, potenciadoras de conflitos sociais.
terça-feira, 25 de setembro de 2012
Crescimento da população mundial versus recursos do planeta. Será que há equilíbrio?
Uma das grandes preocupações da atualidade prende-se com a necessária redução da população mundial. De facto, população e recursos estão a entrar em rota de colisão, porque à medida que a primeira aumenta os recursos diminuem. Conseguirá o planeta Terra resistir ao aumento desenfreado da população mundial? O vídeo, que se reproduz abaixo, problematiza esta questão e demonstra o quão é importante o controlo da taxa de natalidade nos países em desenvolvimento.
segunda-feira, 7 de maio de 2012
Maioria dos turistas que visitou Portugal quer voltar nos próximos 3 anos
Numa altura de crise económica, o Turismo continua a ser uma das maiores alternativas da criação de riqueza no país. Apesar de ser um setor económico que atravessa dificuldades, como qualquer outro, devido à diminuição do poder de compra, surgem indicadores muito interessantes e promissores para o turismo português.
A notícia que se segue é adaptada da agência Lusa e possui muitos dados estatísticos animadores para o setor. Porém, deve destacar-se que os turistas apontam como aspetos negativos os custos de vida e os serviços de saúde em Portugal. Valem as paisagens, o clima, os monumentos/museus e a gastronomia…
A maioria dos turistas que visitou Portugal ficou muito satisfeito com as suas férias e afirma querer voltar nos próximos três anos, segundo um estudo divulgado pelo Turismo de Portugal.
De acordo com o Estudo de Satisfação dos Turistas, realizado em março deste ano pela GfK Metris para o Turismo de Portugal, a maioria dos inquiridos mostrou-se "muito satisfeita" com as suas férias em Portugal (88 por cento) e afirmou pretender voltar nos próximos três anos (87 por cento).
O estudo envolveu 600 entrevistas, feitas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.
Entre os turistas inquiridos, 40 por cento afirmou que a viagem a Portugal ficou "acima das suas expetativas".
As paisagens, as praias, os monumentos/museus e a gastronomia são destacados, pela positiva, pelos turistas, enquanto os serviços de saúde e o custo de vida registaram índices de satisfação inferiores a 50 por cento.
As regiões mais visitadas pelos turistas são Lisboa e Porto. A capital portuguesa é mais procurada por espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses preferem o Porto.
Durante a estadia, a maioria dos turistas (78 por cento) afirma preferir alojamentos mais qualificados (hotel/apart-hotel/pousada), onde fica, em média, seis noites.
Entre os inquiridos, os espanhóis são os que ficaram menos noites (4,1 noites) e os brasileiros (8,8 noites).
Na maioria, os turistas ficam hospedados na mesma localidade (82 por cento). Lisboa tende a ser mais visitada pelos turistas que foram ficando hospedados em localidades diferentes (18 por cento), com destaque para os turistas brasileiros.
Durante o planeamento da viagem, a Internet é o "maior impulsionador" da escolha de Portugal como destino de férias (33 por cento), seguindo-se a recomendação de conhecidos/amigos/familiares (25 por cento).
O clima e a paisagem condicionaram a decisão final na maioria dos casos (54 por cento).
Notícia adaptada da “Lusa29 Abr, 2012”.
A notícia que se segue é adaptada da agência Lusa e possui muitos dados estatísticos animadores para o setor. Porém, deve destacar-se que os turistas apontam como aspetos negativos os custos de vida e os serviços de saúde em Portugal. Valem as paisagens, o clima, os monumentos/museus e a gastronomia…
A maioria dos turistas que visitou Portugal ficou muito satisfeito com as suas férias e afirma querer voltar nos próximos três anos, segundo um estudo divulgado pelo Turismo de Portugal.
De acordo com o Estudo de Satisfação dos Turistas, realizado em março deste ano pela GfK Metris para o Turismo de Portugal, a maioria dos inquiridos mostrou-se "muito satisfeita" com as suas férias em Portugal (88 por cento) e afirmou pretender voltar nos próximos três anos (87 por cento).
O estudo envolveu 600 entrevistas, feitas a turistas de Espanha, Reino Unido, Alemanha, França, Holanda, Irlanda e Brasil, nos aeroportos de Lisboa, Porto, Faro e Funchal.
Entre os turistas inquiridos, 40 por cento afirmou que a viagem a Portugal ficou "acima das suas expetativas".
As paisagens, as praias, os monumentos/museus e a gastronomia são destacados, pela positiva, pelos turistas, enquanto os serviços de saúde e o custo de vida registaram índices de satisfação inferiores a 50 por cento.
As regiões mais visitadas pelos turistas são Lisboa e Porto. A capital portuguesa é mais procurada por espanhóis, holandeses e brasileiros, enquanto os franceses preferem o Porto.
Durante a estadia, a maioria dos turistas (78 por cento) afirma preferir alojamentos mais qualificados (hotel/apart-hotel/pousada), onde fica, em média, seis noites.
Entre os inquiridos, os espanhóis são os que ficaram menos noites (4,1 noites) e os brasileiros (8,8 noites).
Na maioria, os turistas ficam hospedados na mesma localidade (82 por cento). Lisboa tende a ser mais visitada pelos turistas que foram ficando hospedados em localidades diferentes (18 por cento), com destaque para os turistas brasileiros.
Durante o planeamento da viagem, a Internet é o "maior impulsionador" da escolha de Portugal como destino de férias (33 por cento), seguindo-se a recomendação de conhecidos/amigos/familiares (25 por cento).
O clima e a paisagem condicionaram a decisão final na maioria dos casos (54 por cento).
Notícia adaptada da “Lusa29 Abr, 2012”.
China já é o maior fornecedor do Brasil
A expansão da produção industrial chinesa é um facto incontornável da economia mundial, apesar da controvérsia sobre a concorrência desleal. Salários muito baixos e exploração de mão-de-obra infantil são muitas das acusações que são feitas. Porém, numa economia capitalista o melhor negócio impõe-se a qualquer controvérsia, seja ela de origem social, de direitos humanos ou ambiental. O lucro é o único objetivo! A notícia que se segue demonstra bem esta realidade. O Brasil que observa, igualmente, um crescimento económico e consolidação da sua indústria não consegue travar a entrada de produtos chineses no seu país.
“…O país asiático tornou-se o principal fornecedor do Brasil nos três primeiros meses deste ano, com uma fatia de 15,5% de tudo o que se importa, ultrapassando os EUA (14,6%). A China também já é o maior vendedor de máquinas e equipamentos para a indústria nacional.
A agressividade chinesa pode ser constatada na comparação com 2000, quando era apenas o 11º fornecedor do Brasil, com participação de 2,19% no total importado. Só em 2011, as compras brasileiras deram um salto de US$ 7,19 bilhões. Os chineses também já são os maiores fabricantes de três dos 12 principais itens importados pelo país este ano, além de estarem entre os dez mais em outros dois grupos.
Desde o início do governo de Dilma Rousseff, as ações na área de defesa comercial para coibir a concorrência desleal multiplicaram-se, assim como outras iniciativas para conter as importações na fronteira. Um terço das petições em análise é contra produtos chineses. A mesma proporção vale para investigações em curso e os direitos já aplicados. Esses percentuais podem ser maiores, se consideradas ações contra Indonésia, Vietname e Malásia, que têm sido usados como rota de produtos chineses para disfarçar a origem.
Máquinas chinesas permitem produção mais barata. O Brasil nunca comprou tantas máquinas da China para ampliar a indústria nacional. Impedir a entrada destes itens limitaria a capacidade das empresas de produzir com equipamentos mais baratos.
"O facto é que, sem outras formas de reduzir custos, as empresas não têm como não recorrer a essas máquinas", diz Castro.
Superavitário até 2005, o setor de máquinas no Brasil precisou importar US$ 20 bilhões a mais do que conseguiu vender ao exterior em 2011. A China já é o primeiro fornecedor do país em quantidade e o segundo em valores financeiros.
… o setor de material de construção está importando mais. Comprou US$ 7 bilhões lá fora em 2011, contra US$ 1 bilhão em 2003. A China já é quem mais vende estes materiais para o Brasil e responsável por um terço das importações.
Notícia adaptada “Da Agência O Globo”.
“…O país asiático tornou-se o principal fornecedor do Brasil nos três primeiros meses deste ano, com uma fatia de 15,5% de tudo o que se importa, ultrapassando os EUA (14,6%). A China também já é o maior vendedor de máquinas e equipamentos para a indústria nacional.
A agressividade chinesa pode ser constatada na comparação com 2000, quando era apenas o 11º fornecedor do Brasil, com participação de 2,19% no total importado. Só em 2011, as compras brasileiras deram um salto de US$ 7,19 bilhões. Os chineses também já são os maiores fabricantes de três dos 12 principais itens importados pelo país este ano, além de estarem entre os dez mais em outros dois grupos.
Desde o início do governo de Dilma Rousseff, as ações na área de defesa comercial para coibir a concorrência desleal multiplicaram-se, assim como outras iniciativas para conter as importações na fronteira. Um terço das petições em análise é contra produtos chineses. A mesma proporção vale para investigações em curso e os direitos já aplicados. Esses percentuais podem ser maiores, se consideradas ações contra Indonésia, Vietname e Malásia, que têm sido usados como rota de produtos chineses para disfarçar a origem.
Máquinas chinesas permitem produção mais barata. O Brasil nunca comprou tantas máquinas da China para ampliar a indústria nacional. Impedir a entrada destes itens limitaria a capacidade das empresas de produzir com equipamentos mais baratos.
"O facto é que, sem outras formas de reduzir custos, as empresas não têm como não recorrer a essas máquinas", diz Castro.
Superavitário até 2005, o setor de máquinas no Brasil precisou importar US$ 20 bilhões a mais do que conseguiu vender ao exterior em 2011. A China já é o primeiro fornecedor do país em quantidade e o segundo em valores financeiros.
… o setor de material de construção está importando mais. Comprou US$ 7 bilhões lá fora em 2011, contra US$ 1 bilhão em 2003. A China já é quem mais vende estes materiais para o Brasil e responsável por um terço das importações.
Notícia adaptada “Da Agência O Globo”.
segunda-feira, 12 de março de 2012
Vaga de frio em Portugal
Portugal que possui um clima predominantemente mediterrânico, possui também algumas características do clima temperado de feição marítima e de feição continental. Possui, regra geral, verões relativamente quentes e invernos com temperaturas moderadas, quando comparadas, por exemplo, com outros países da Europa.
As massas de ar que influenciam as condições meteorológicas em Portugal Continental são as massas de ar polar (provenientes do ártico e, geralmente, frias), as tropicais (provenientes dos trópicos e, geralmente, quentes), as continentais (provenientes do interior dos continentes, geralmente, secas) e as marítimas (provenientes dos oceanos, geralmente, húmidas).
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