sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Adesão da Croácia à União Europeia


Bandeira da CroáciaLocalização da Croácia


A Croácia, país da Europa do Sul banhado pelo mar Adriático, um dos países candidato à adesão à União Europeia, terminou as negociações para a sua integração em 30 de Junho de 2011. Findadas as negociações a Croácia assinou o Tratado de Adesão em 9 de Dezembro do passado ano.

Este processo ficou agora finalizado num referendo realizado em 22 de Janeiro (a Constituição da Croácia assim o exigia), no qual a população croata optou pela integração. O sim obteve a maioria com 66,25% do total dos votos.

Desta forma, a Croácia irá tornar-se no 28º membro da União Europeia, com data prevista para 1 de Julho de 2013, tendo ultrapassado a Turquia e a Macedónia, países, igualmente, interessados, em integrar a União Europeia.

Votantes :1960045
Sim
  
66.25%
Não
  
33.15%
Votos não válidos
  
0.60%

segunda-feira, 16 de janeiro de 2012

Energia Eólica

Num mundo onde a produção de energia depende, na sua grande maioria, da queima dos combustíveis fósseis (petróleo, carvão e gás natural), a ponderação na utilização de energias limpas e alternativas constitui, cada vez mais, uma prioridade.

A energia eólica, que provém do vento, pode ser considerada uma das mais promissoras fontes naturais de energia, quer em Portugal, quer em diversos países do mundo.

Apresenta como grandes vantagens o facto de ser renovável, ou seja, é inesgotável e limpa, não prejudicando o meio ambiente, o que pode contribuir para a diminuição do efeito de estufa. 

A energia eólica é aproveitada por aerogeradores, colocados estrategicamente em locais onde predominam os ventos. Possuem a forma de um catavento ou de moinho. A movimentação das pás dos aerogeradores,  produzem energia eléctrica através de um gerador.

A conjugação de diversos aerogeradores é a única forma de os mesmos poderem ser rentáveis na produção de energia eléctrica, constituindo os chamados parques eólicos.

Parque eólico  no mar, próximo de Copenhaga, Dinamarca.


A produção de energia eólica não tem passado despercebida a nível mundial, observando um aumento de produção em muitos países. De entre os diversos países produtores de energia eólica destacam-se a China, os E.U.A. e a Alemanha, respectivamente, como os maiores produtores mundiais.

A confirmar esta teoria deve referir-se que já em 2007 a energia eólica representava a maior fatia da geração das energias renováveis, tendo obtido um crescimento de 27%, segundo o relatório da Renewables 2007 Global Status.


segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Emissões de dióxido de carbono

As emissões de dióxido de carbono continuam a constituir a principal fonte do aquecimento global do planeta. Actualmente, estima-se que o Homem emite para a atmosfera mais de 35,5 biliões de toneladas de dióxido de carbono por ano.

Enquanto isso continuam as negociações de compra de quotas de poluição entre os diferentes países do mundo, como se se trata-se de um negócio "limpo". Só que neste caso, determinados países ao invés de reduzirem as suas emissões ao máximo, não se contentam com as quotas que possuem e compram quotas de poluição atribuídas a países menos industrializados que não as utilizam na sua totalidade.

As negociações são guiadas pelas regras comuns de mercado, podendo ser efetuadas em bolsas, através de intermediários ou diretamente entre as partes interessadas.

Na actualidade a China, a Índia em conjunto com a Austrália, Coreia do Sul e Japão produzem quase metade dos gases causadores do aquecimento global.

Será que se trata de um negócio legítimo?

 

quarta-feira, 1 de junho de 2011

Algumas dicas para poupar energia

Como a produção de energia eléctrica a nível mundial ainda assenta em valores elevados da queima de combustíveis fósseis, devemos adoptar, no nosso quotidiano, medidas eficazes de poupança energética. São pequenos gestos que multiplicados por milhões fazem, de facto, a diferença.

O objectivo é reduzir as emissões de dióxido de carbono (CO2) para a atmosfera, que é altamente responsável pelo efeito de estufa que provoca o aumento da temperatura do planeta, dando origem ao aquecimento global, com todas as consequências daí advenientes.

Seguem-se agora as medidas definidas pela EDP como mais importantes a realizar no nosso dia-a-dia.

Tu podes ajudar:
  • não deixes o carregador do ipod ou do telemóvel na ficha depois de carregado.
  • planta uma árvore – as árvores absorvem CO2 e evitam que o nosso Planeta se torne demasiado quente.
  • não abras as janelas quando o Ar condicionado está ligado.
  • desliga completamente o computador, a playstation, a televisão, as aparelhagens e o dvd quando não estiveres a utilizá-los. Se a luz não apagar continuas a gastar energia.
  • não abras a porta do frigorífico muitas vezes e quando abrires sê rápido, para o frio não sair.
  • usa o máximo possível, durante o dia, a luz do sol.
  • utiliza lâmpadas ou outros produtos eficientes.
  • apaga as luzes e a televisão nas divisões da casa onde não está ninguém.
  • não coloques alimentos e bebidas quentes dentro do frigorífico, ao aumentar a temperatura dentro do frigorífico vais obrigá-lo a produzir mais energia.
  • evita os produtos embalados. As embalagens criam demasiado lixo!
  • ao escolheres legumes e fruta, prefere produtos nacionais e locais. Quanto menos km andarem até chegarem à tua boca, mais eficientes são. Dá prioridade à agricultura biológica.
  • recicla. Lata, garrafas, sacos de plástico, jornais, coloca-os nos ecoponto.
  • conversa com os teus pais, amigos e professores sobre eficiência energética, deixa que eles descubram o que tu já sabes.
É fácil, não?

Clica nos linkes abaixo para fazeres uma estimativa do consumo de energia em tua casa e compará-lo com a média nacional, bem como conheceres o teu perfil de consumo. Assim, poderás saber se necessitas de adequar o teu consumo a uma nova realidade, necessariamente mais ecológica.

ztarmail.gif (11175 bytes)  http://www.eco.edp.pt/pt/particulares/simular/simulador-simplificado/simular

    ztarmail.gif (11175 bytes) http://www.eco.edp.pt/pt/particulares/simular/o-seu-perfil-de-eficiencia-energetica/simular

terça-feira, 17 de maio de 2011

Níveis preocupantes de redução da camada de ozono no Árctico

Ao contrário do que estamos habituados nos últimos anos, as notícias sobre o buraco na camada de ozono incidem agora no Árctico.

De facto, segundo a OMM (Organização Mundial de Meteorologia), devido à presença na atmosfera de substâncias nocivas e ao inverno muito frio, o buraco na camada de ozono do Árctico atingiu, nesta primavera, níveis recordes. 
As observações realizadas, a partir do solo, por sondas colocadas em balões e por satélite, revelaram que a camada de ozono no Árctico apresenta uma perda de 40%, batendo o último recorde de 30%, o que se revela, no mínimo, preocupante.

segunda-feira, 16 de maio de 2011

A importância da camada de ozono na atmosfera

A camada de ozono localiza-se na estratosfera (a partir dos 25 km de altitude) e possui a capacidade de absorver o calor irradiado pelo sol, contribuindo para o equilíbrio térmico do planeta Terra (15º C).

Para além da absorção de calor, a camada de ozono filtra cerca de 95% das radiações ultra-violetas, que são nocivas para os seres vivos. Porém, os 5% restantes são benéficos para a vida, pois contribuem para a produção de vitamina D, indispensável ao normal desenvolvimento dos ossos.

Desta forma, o problema surge quando estas percentagens se desiquilibram, passando pela camada de ozono mais do que os 5% ideais.


Os agressores da camada de ozono

A agressão que vêm sendo realizada pelo Homem à camada de ozono, com a emissão de CFC (clorofluorcarbonetos), provenientes, sobretudo dos sistemas de refrigeração, dos aerossóis, de espumas e solventes industriais, são os principais responsáveis pela destruição desta camada. Basta, para isso, referir que um único átomo de cloro destrói milhares de moléculas de ozono e que alguns CFC podem manter-se na atmosfera durante mais de 100 anos!

Outros gases agressores: Halons, presentes em extintores, o Tetracloreto de carbono, utilizado em laboratórios e o Brometo de metilo, presente nos pesticidas agrícolas.

Principais consequências dos gases agressores:

A principal consequência dos gases agressores é a diminuição da espessura da camada de ozono, ou seja, o designado "buraco de ozono". A partir daí, a protecção exercida sobre os raios UV (ultravioletas) é menor e podem surgir problemas graves, tais como:

- Saúde humana: cancro da pele (em Portugal registam-se, a cada ano que passa, mais 10 000 novos casos de cancro da pele); queimaduras e envelhecimento precoce da pele; cataratas (doença oftalmológica) e diminuição da protecção imunitária do nosso organismo, o que pode conduzir ao aparecimento de doenças infecciosas.
Plantas e fitoplâncton: afecta o crescimento das plantas e produz alterações genéticas no fitoplâncton, introduzindo-se, depois, na cadeia alimentar.  

Formas de reduzir os efeitos agressores (exemplos):

- Verificar se os aerossóis (sprays) estão rotulados como protectores da camada de ozono;
- Fazer uma correcta manutenção dos aparelhos de ar condicionado;
- Ao entregar equipamentos de refrigeração nos pontos electrão, ou locais de recolha própria, retirar o gás refrigerante dos mesmos, em empresas específicas para o efeito;
- Verificar se os extintores que utilizamos possuem produtos alternativos aos Halons;

Estas medidas que vão de encontro às iniciativas tomadas no Protocolo de Montreal, onde se recomendou aos países a não utilização de CFC e, por exemplo, a utilizaçao de butano e propano, em sua substituição, dando a cada um dos países que assinaram o protocolo (150 no seu total) dez anos para a adaptação às novas recomendações.

As medidas tomadas preveêm a estabilização e regeneração da camada de ozono. A recomposição total da espessura da camada de ozono perspectiva-se para 2065.

Razões para a origem de terramotos continuados no Japão

O Japão é um país caracterizado pelo seu relevo montanhoso de origem vulcânica. O seu ponto mais alto atinge-se aos 3 776 metros de altitude no conhecido monte Fuji.

Localizado no Círculo de Fogo do Pacífico (ou Anel de Fogo do Pacífico), em plena bacia do oceano Pacífico, onde se verificam constantes movimentos de placas tectónicas, o Japão possui oitenta vulcões activos no país e os sismos são consequência disso mesmo. A enorme quantidade de vulcões mostra que nas profundezas do arquipélago o solo é instável e cheio de energia. Isso faz com que o país esteja entre os que mais terramotos registam no mundo e de intensidades elevadas.
Localização do JapãoMapa do Japão


O que é uma placa tectónica?
Uma placa tectónica é uma porção de litosfera limitada por zonas de convergência. As placas convergem horizontalmente, dando-se uma zona de choque entre as mesmas ou de  subducção, em que uma placa mergulha por debaixo de outra placa.
Assim, é nas zonas de fronteira entre placas que se regista a grande maioria dos terramotos e erupções vulcânicas.
O Japão, devido à sua posição geográfica, torna-se assim, um país muito atreito a terramotos porque o seu território enquadra-se na zona de convergência de 4 placas tectónicas diferentes. 
Este mapa que representa as principais placas tectónicas do mundo, permite enquadrar o território japonês na zona de convergência de 4 placas diferentes!